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Posto aí em cima o vídeo gravado na Câmara dos Deputados e publicado pelo ótimo site Convergência Digital, onde Rogério Santanna, representante do Ministério do Planejamento no Programa de Inclusão Digital do Governo Federal, fala do comportamento das empresas de telefonia no processo de discussão com o governo da conectividade nos programas de inclusão digital.
Ele diz que as empresas de telefonia nunca foram parceiras do governo nesses projetos, mas cobram agora um apoio que não deram. Santana relata que o programa “PC Conectado” teve de mudar de nome para “Computador para Todos”, simplesmente porque o governo não conseguiu um acordo com as teles para a oferta, na época, de acesso discado à Internet.
As empresas, segundo Santanna, chegaram a cobrar do governo R$ 9 bilhões para entrar no programa, o que tornou a idéia inviável. Rogério Santanna disse que por muito menos, com apenas R$ 1,1 bilhão, será capaz de levantar uma rede pública de banda larga, com as fibras ópticas ociosas de estatais como Petrobrás, Chesf, Furnas e Eletronorte.







É a velha pratica , quando é a iniciativa privada a bancar projetos ,os preços são inflados , mas quando o setor publico entra com valores muito menores , aí vem os “urubus” doidos para botar as mãos na estrutura pronta e superfaturar ,dizendo que eles é sabem administrar,eles é que sabem (meter a mão).