
Helicópteros atacam na Somália, 1993. Dois deles foram derrubados. As tripulações e inocentes morreram. Virou o filme "Falcão Negro em Perigo" . É isso que o Rio precisa?
Tenho até medo de falar, porque a coisa pode se reverter, mas o Ministério da Defesa está coberto de razão em não autorizar a Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro a instalar uma metralhadora de alta potência nos helicópteros policiais. Querem colocar uma tal de “Minimi” que dispara, “apenas” 200 tiros em 15 segundos! Meu Deus, será que é preciso ser um gênio para saber que rajada de metralhadora “varre” a bala uma área extensa, no caso uma favela habitada por gente de bem. E de helicóptero, ainda por cima, para diminuir ainda mais a precisão dos tiros!
Esta semana a população de vários bairros do Rio de Janeiro se assustou com dois helicópteros armados dando rasantes sobre a comunidade do Morro D. Marta – uma das que receberam as Unidades de Polícia Pacificadora. Felizmente, era apenas a gravação do filme Tropa de Elite 2. Agora imaginem isso com rajadas de metralhadora. Aliás, as pessoas ficaram apavoradas com aquele aparato bélico, porque sequer houve aviso de que haveria uma filmagem.
O pretexto da queda de um helicóptero durante uma operação policial é uma irresponsabilidade. Não existe helicóptero à prova de bala, sobretudo de curta distância e de armas automáticas – fuzis dispararam rajadas, também. E todo mundo já viu serem apreendidos rojões, também. Helicóptero é um tanque de combustível voador e o piloto policial que morreu na queda foi heróico ao conduzir o aparelho até um local vazio.
Se os nossos dirigentes policiais não sabem, o filme “Falcão Negro em Perigo”, que fez tanto sucesso, é baseado numa história real de helicópteros moderníssimos, os BlackHawk, norteamericanos atingidos e derrubados a bala na Somália, em 1993, quando davam cobertura, muito pxóximos, a uma força de terra. Dezoito americanos morreram e centenas de somalis, também. Foi uma operação numa favela, em Mogadiscio, também, e não era filmagem, não.
O helicóptero deve, sim, ganhar as câmaras de longo alcance que estão encomendadas, capazes de aproximar imagens de longa distância e transmiti-las para a a polícia, em terra, para orientar sua ação. É justamente por isso que a câmara tem longo alcance, para o helicoptero ficar a uma distância prudente, segura.
O Governo do Estado tem que ter juízo e não insistir nessa idéia de marketing de guerra. Já basta a história do Blair, não vamos querer brincar de George Bush, também.







Máquina mortífera em helicópteros? Não bastassem as balas perdidas em terra firme, a população agora tem que desviar do que vem de cima? O ministro Jobim, tucano ou não, teve bom senso.
JOÃO:
Vc também tem que corrigir “acessor”, é com S em tudo.
João
As duas grafias são aceitas. Agora, estou curioso de saber qual teria sido a sua reação ao ler (ou decifrar, dá no mesmo) o comentário do Toledo.
Por favor sr. Deputado, imagino que quisesse ter escrito câmera. Peça ao seu acessor corrigir o erro que cometeu, pois agride um pouco a leitura do mesmo.
O Jobim também não deve querer uma polícia estadual com mais armas que seus colegas do EB.
Dep. não vou botar muita água na fervura, mas aqui de Sampa sempre ouvimos e vimos a brava polícia do Rio em desvantagem contra os narcotraficantes. até armas prá derrubar helicóperos e explodir camburões eles estão na vantagem. sabemos também que existem muitos moradores inocentes além disso são coniventes e não denunciam nem em anonimato, então fazer o quê? hoje mesmo(07/02/10) esses vagabundos atacaram os operários das obras do PAC, a ousadia deles não tem limites, como salvar o povo carioca. acho que chega de benevolência. deêm aos policiais; salários decentes e armamentos superiores aos dos bandidos.
Tenho acompanhado seu Bolg, acho que seu futuro esta no executivo, não perca tempo com o parlamentares, ponha a mão na massa e mostre seu valor, pena que não voto no Rio.
A grande arma para resolver o problema de favelas e periferias pobres não é secreta, mas pública e muito popular nos países que deram certo: educação, claro junto com trabalho e saúde pública. No mais, é conversa para inglês ver.
É uma arma terrível,Deputado.Chama-se MINIGUN e aqui está uma ótima matéria sobre ela:
http://landcombatcb.blogspot.com/2009/04/general-electric-minigun-reveja-seu.html
Quando falamos em reiniaciar a reconstrução de um projeto de nação , se da por fatos como este.
Não seria dificel , alias seria mais facil acabar com o trafico e a desordem se coibisse a antrada de armas, drógas nas divisas do Brasil , mas para isto alguem que tenha mandato com congresso nacional ,teria que tomar peito e levantar a bandeira, para isto comecando por istinquir esta maldição do fóro previlegiado ,e tal imunidade pois se a constitição diz que todos são iguais perante a Lei.
Tambem busacrmos uma fórma de escolha dos Misnistros do STF edos TSJ, TRE Eleitorais quais são convinientes com os desmandos, alem disto a unificação das policias civil e militar, não é possivel que uma só pessoa tenha toda esta responsabilidade, como é o caso dos presidentes que se diz democraticos dos ultimos vinte anos, e muito pouco tem feito sobre isto, a não ser o de atender o capital especulativo e capitalismo selvagem nada mais do que a continuidade um do outro e ainda querem fazer acreditar que são diferentes.