moralesobamEnquanto o presidente Lula mostrava-se paciente com o presidente norteamericano Barack Obama, dizendo que “é preciso dar tempo” a ele ,  que  ainda “é muito novo” na política, o líder boloviano Evo Morales, numa entrevista ao jornal espanhol “El Mundo” bateu muito duro no colega norteamericano: “Acho que o negro está sendo o melhor aluno do branco: Bush. Chego a essa conclusão depois dos meses que Obama tem como presidente”, disse Morales, ao responder a uma provocação sobre as críticas feitas pela Secretária de Estado Hillary Clinton  por ele ter recebido o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad.

“Eu lamento que ele (Obama)esteja se desgastando em tão curto tempo. É lamentável que um irmão negro, com seus pais discriminados, como nós, do movimento indígena, faça essa política.” disse  Morales

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  1. E não é que o índio está certo? Alguém já disse que Obama é negro mas é branco. Acrescento: e estadunidense. Portanto, imperialista.

  2. O novo autor do “dia mais triste da minha vida” é o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, quando embarcava de volta ao Brasil, depois da fracassada Conferência Mundial do Aquecimento Global, em Copenhague. Convenhamos, o comentário feito por quem o fez beira as raias do histriônico. Queria o quê? Que os países ricos abrissem mão de seus privilégios e inaugurassem nova etapa na História da Humanidade? Como, se nem convencer a chefe da delegação brasileira ele conseguiu, durante os trabalhos? Dia triste deve ter vivido também a ministra Dilma Rousseff, quando se opôs à sugestão da ex-ministra Marina Silva, de o Brasil disponibilizar um bilhão de dólares para ajudar os países pobres a combater a emissão de gás carbônico. Referiu-se às “cosquinhas” que a quantia nem faria. Vinte quatro horas depois o presidente Lula desmentia sua candidata e era aplaudido de pé pelo plenário da conferência, ao anunciar que nós iríamos contribuir com recursos. Antes, a chefe da Casa Civil já havia sido criticada por afirmar que o meio ambiente é uma ameaça ao desenvolvimento sustentável…

  3. O lulismo é cômico. No Brasil da propaganda o país é uma potência incrível, um país rico, uma enormidade econômica. Na conferência de Copenhagen o país foi convidado a comparecer com recursos que espelhem essa grandeza para a salvação do planeta supostamente ameaçado. Não deu outra. O Brasil sob a liderança trôpega de Dilma Rousseff, que no discurso mais bizarro da COP 15, afirmou que o “meio ambiente é, sem dúvida nenhuma, uma ameaça ao desenvolvimento sustentável”, tirou a roupa de emergente e vestiu rapidinho o traje de pedinte internacional.

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