Esses textos foram escritos por colaboradores do blog.
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- A Ecologia Trabalhista no Século XXI – Gilberto Felisberto Vasconcellos
- A queda do dólar – Paulo Nogueira Batista Jr.
- A saudade do servo na velha diplomacia brasileira – Leonardo Boff
- A soberania brasileira através do pré-sal – Juliana Brizola
- Ampliar direitos
- As loucuras da nossa época
- Avanço – Patrícia Saboya
- Bem vindo ao mundo do petróleo
- Brizola em 1961 – Paulo Nogueira Batista Jr
- Brizola, o pré-sal e a educação – Juliana Brizola
- Carta de Michael Moore a Barack Obama
- Com presença na Colômbia, EUA visam rotas do petróleo
- Conflito nos Andes – Mauro Santayana
- Convergência duvidosa
- Da Carta Testamento Ao Pré-Sal
- Do Pré ao Pós-Sal
- Entrevista de Lula a Istoé
- Entrevista de Lula ao “Valor Econômico”
- Fidel: Obama não estava obrigado a um ato cínico
- Hora de solidariedade e ação
- Leonel Brizola Morreu Para Não Morrer – Gilberto Felisberto Vasconcellos
- Lula, Cabral e o Rio
- O eterno e o efêmero
- O discurso completo de José Mujica
- O Golpe de 64 foi dado pelos empresários de São Paulo – Gilberto Felisberto Vasconcellos
- O legado de Getúlio
- O Poder da Foto – FC Leite Filho
- O povão tem direito à Internet
- O sal da independência
- O Sol é do Povo ou o Socialismo Moreno – Gilberto Felisberto Vasconcellos
- O último encontro com Lula
- O veneno dos juros altos
- Operação Colômbia Brother
- Os banqueiros e a noite em Jaçanã
- Os sinos dobram pelo dólar – Fidel Castro
- Para quem não lê, escola. Para quem mora mal, trator?
- Por que só duas candidaturas? – João Vicente Goulart
- Preconceitos
- Pré-sal e planejamento – Cesar Benjamin
- Pré-sal: a pressa é inimiga da nação – Brizola Neto
- Quatro frases que fazem crescer o nariz de Pinóquio
- Que falta ele nos faz – Zuenir Ventura
- Quem tem medo do crescimento?
- Querem censurar o direito de Lula falar?
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- Saúde e SUS são direitos de todos – Juliana Brizola
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- Supervia pisa na bola e quer mais 25 anos?
- Transporte em pane põe o povo em perigo
- Aliança Para o Progresso: Kennedy Não Gostava de Jango e Brizola






Brizola Neto
Não há, no seu Blog, um espaço onde o leitor possa submeter um artigo próprio ou de terceiros que ele julga ser merecedor da sua lista recomendada de artigos.
Por exemplo, estou, neste momento, com um artigo no site do Correio da Cidadania em que advogo que, para pelo menos o pré-sal, deveria voltar a existir o monopólio estatal do petróleo, por várias razões, que podem ser sintetizadas na frase “é a melhor forma da sociedade brasileira poder usufruir esta riqueza natural”. O artigo chama-se “Chevron: elas atacam de novo”.
Com a Petrobrás em todo o pré-sal teríamos menos chance de ter acidentes, mais parcelas do lucro iria para o Fundo Social, teríamos mais compras de bens e serviços no país etc.
Enfim, tudo que você também fala. Sugiro você liderar a campanha: “O pré-sal é da Petrobrás! Menos acidentes, mais lucro para a sociedade, e mais empregos e compras no Brasil”.
Paulo Metri
O meu artigo está também no Blog mencionado acima.
Dr. Paulo, com a devida penitência, publico seu artigo em minutos.
ARTIGO
Estação Futuro
Em muitas cidades do interior gaúcho existem estações ferroviárias bem-conservadas, ou bem-restauradas, que fazem parte do patrimônio histórico e são utilizadas como museus e espaços culturais, numa louvável preocupação com a memória nacional. Ainda assim, ficaram meio estranhas essas estações ferroviárias sem trilhos e sem trens.
Depois que se vai o fio da meada é apenas poético, e de mérito exclusivamente folclórico, esse lembrar pela metade. Lá no bolicho da nossa memória existem histórias de trens fantasmas das priscas eras da RFFSA. Porém, hoje, estão surgindo as ?estações fantasmas?, que são meros retratos de uma época cujas raízes se esvaem pouco a pouco.
Decisões imediatistas e insensíveis acabaram com alguns povoados, incharam as grandes cidades, evaporaram o dinheiro das privatizações, degradaram, poluíram, e hoje suscitam apenas perguntas: por que os maus políticos se venderam por 30 moedas? Por que existe o caos nas rodovias? Por que não se implementa mais o transporte coletivo? Qual a causa da insegurança pública? Cadê a boa instrução? Qual o norte a ser seguido?
As respostas a tantas perguntas vão além do simples exercício de meditação contido numa crônica. Recaem nas vaidades humanas na sobrecarga de trabalho da Justiça, na ganância desmedida, e nas muitas ofertas do polvo da corrupção. Nos países desenvolvidos, as ferrovias se multiplicam, juntamente com as rodovias, sem se excluírem mutuamente. Enquanto isso, para nós, os trens de passageiros se tornaram passado, e o nosso preservacionismo se limita a fachadas que se enquadrem esteticamente no contexto urbano, mas que suscitam pouca cogitação a respeito do seu exemplo histórico ? ou de estratégica função econômica e social.
No Brasil, não se conserva uma coisa paralela à outra, basta um grito de modernidade para excluir, sem ponderação, tudo o que não esteja no contexto da ocasião. Quem não se lembra de alguma coisa de que gostava e que foi substituída, cancelada, riscada do mapa?
O trem da nossa história anda sobre frágeis dormentes, envereda por túneis obscuros e, às vezes, trilha por sítios de muita corrupção. Porém, se quisermos chegar com dignidade na Estação Futuro precisamos reconstruir as pontes, reavaliar o passado e assentarmos poderosas bases no presente. Ações inteligentes podem fornecer a passagem, a locomotiva, e o salvo-conduto que nos afastem das máculas da sociedade especulativa e poluente. Um grande futuro começa ao valorizarmos, de verdade, e sem hipocrisia, todas as estações, todos os trens, todas as paisagens, e todas as pessoas dos nossos caminhos.
*Engenheiro civil
VILNEI MARIA RIBEIRO DE MORAES
A GUERRA DA CORÈIA E O GOLPE MILITAR DE 1964, O INÍCIO DE TUDO – Há um detalhe histórico bastante importante na luta do nacionalismo de Getulio Vargas que aconteceu no palácio do Catete e envolveu o general nacionalista Newton Estilac Leal, que como ministro da Guerra de Getulio, o aconselhou a não enviar tropas brasileiras à guerra da Coréia como queria os EUA e por isso o embaixador dos EUA no Brasil, não saía do palácio do Catete pois vivia pressionando o presidente Vargas, para que o Brasil enviasse a uma tropa para a Coréia! Todavia, o ministro da Guerra, general Newton Estilac Leal, nacionalista doente, era contra o envio de tropas para a Coréia, pediu ao Getulio para que ele assumisse a missão de informar ao embaixador que o Brasil não iria mandar tropas para participar da guerra da Coréia! E foi o que general fez, mas não imaginava a reação áspera e dura do embaixador ante à negativa do governo brasileiro! E foi naqueles dias, daquele mês e daquele ano que chegou até às forças armadas brasileiras a vontade do governo americano de sabotar o governo nacionalista de Getulio Vargas, por não ter gostado da atitude do Brasil com relação à Coréia e os EUA não iriam mais ajudar o governo Vargas em novos projetos e se iniciou uma guerra surda contra o nacionalismo de Getulio que começou com o trabalho dentro da ADEP (Ação Democrática Popular- ligada aos militares brasileiros) e para conseguir o seu intento, haveria de ter um financiamento para o golpe militar e aí entrou, o americano que vivia no Brasil, Ivan Hasslocher que criou o IBAD (Instituto Brasileiro de Ação Democrática) e depois foi fundado o IPES (Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais), para recolher dinheiro dos empresários americanos com negócios no Brasil e em 1963 foram arrecadados mais de um bilhão e meio de cruzeiros! Dinheiro que no início serviu para financiar a campanha eleitoral dos candidatos que não fossem nacionalistas e isso tudo era dito na maior sem a menor parcimônia, na “careta de pau”, sem esconder nada, falando abertamente, que a grana era para financiar políticos, empresários, fazendeiros, banqueiros, profissionais liberais e as diversas lideranças religiosas e associativas, para eleger políticos que não fossem nacionalistas e posteriormente como os candidatos perderam a eleição, o dinheiro passou a financiar toda a estrutura militar e civil do golpe militar! E sem nenhum constrangimento os mensageiros do IBAD entrava nos quartéis para falar do dinheiro disponível e da urgência em tirar o Jango do poder! Foi na atitude de Getulio Vargas no caso da guerra da Coréia, que os golpistas “traidores da pátria iniciaram o golpe contra o governo nacionalista do João Goulart!” Vimos que golpe militar de 1964 nasceu no tempo do Getulio e que é mentira quando dizem que a “sociedade foi aos quartéis “para pedir que derrubassem o João Goulart! Só se foi a sociedade do Ivan Hasslocher!!!
VARGAS. UMA HISTORIA DE LUTAS E AMOR AO BRASIL
24 de agosto de 1954 não foi um dia como os outros na historia do Brasil.Foi o dia em que o Brasil perdeu o seu maior herói político.Getulio Vargas. Ele inaugurou uma nova era na historia política desse país.O Brasil vivia em um sistema político arcaico.Era a chamada republica velha.Os presidentes que vieram depois dos marechais da quartelada de 15 de novembro,se reservavam entre Minas e São Paulo.Era a chamada republica café com leite.Nessa época os Coronéis,cafeicultores e os grandes pecuaristas mandavam e desmandavam na política,o voto do cacete era largamente difundido no país sobretudo no nordeste.Era o voto aberto e arbitrário.As classes menos favorecidas da população não tinham o mínimo direito de decidir o voto e nem tão pouco seus direitos como cidadãos. Então esse grande brasileiro entra em cena. Em 1930 se candidata a presidência e é derrotado por Julio Prestes representante da velha oligarquia. Foi uma eleição marcada por fraudes.Getulio recusa a derrota e com o apoio do povo e setores progressistas oriundos do tenentismo assume a presidência através de um golpe de estado.Assim que assume, Getulio começa a formar um novo governo a quem chamou de Estado Novo.Foi o governo de grandes transformações.Criou a Justiça do Trabalho.O trabalhador passa a ter direitos, tais como carteira de trabalho registrada,férias, estabilidade,jornada diária.Getulio instituiu o salário mínimo que na época era compatível às necessidades do trabalhador e a sua familia.No campo político fechou o congresso que na sua maioria era de políticos provenientes de eleições “encomendadas”e viciadas.Exonerou todos os governadores e no lugar nomeou interventores militares a maioria deles ligados ao movimento tenentista de 1922, movimento que abriu as portas para a revolução de 1930.Estes trataram de fazer uma varredura acabando com as oligarquias nesses estados.Criou o voto secreto e o voto feminino.Na área de infra estrutura criou a Companhia Siderúrgica Nacional, a Vale do Rio Doce,a Hidrelétrica do vale do São Francisco, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e tantas obras que foram criadas no seu governo,um governo voltado unicamente para os interesses nacionais.Renunciou em 1945 instituiu eleições diretas e elegeu o seu sucessor o Gal. Eurico Gaspar Dutra. Voltou a presidência em eleições diretas e democráticas em 1950.Empenhou-se na campanha do “petróleo é nosso” que resultou na criação da Petrobrás.Tentou criar a Eletrobrás em 1954,como parte de um grande projeto de desenvolvimento energetico para o país.Este projeto foi regeitado pelo congresso na sua maioria formados por “quinta colunas”.Este seria aprovado oito anos depois no governo de João Goulart. Pode se dizer que esta foi uma das portas que foram abertas para o golpe de 64. Hoje a Eletrobrás possui uma capacidade de produção de mais de 40.000 MW.É uma das primeiras do setor energetico do mundo.Ainda hoje a Eletrobrás é perseguida pelo trustes internacionais.Agora querem suspender a construção da hidreletrica de Belo Monte, usando essas Ongs estrangeiras financiadas por Washington e seus aliados (subalternos) que pululam na nossa Amazônia legal. Quero acreditar que por trás das Ongs nacionais existam pessoas sérias mas desinformadas,para se por ao lado dessas “colegas” internacionais, como também creio que existam traidores da patria e vendilhões do solo brasileiro entre elas. Os EUA usam esses paradigmas para atrasar o desenvolvimento do Brasil
Como Getulio já colecionava inimigos políticos internos, agora passa a ter o mais poderoso de todos.O capitalismo selvagem externo, capitaneado pelos EUA. Antes da criação da Petrobrás em 3 de outubro de 1953, os “engenheiros” e “geólogos” americanos chegavam por aqui. cavavam e depois tapavam e diziam que o Brasil não tinha uma gota de petróleo no seu subsolo.Na verdade eles queriam explorar as nossas jazidas e nos pagar da forma que ainda hoje fazem nos países do Oriente médio.Um poço e uma base militar, o transporte para as suas refinarias e dinheiro no bolso dos apadrinhados corruptos.Esse novo inimigo poderoso começa então a recrutar os vendilhões da pátria, tendo como cabeça o Senhor Carlos Lacerda,este foi o fundador do PIG o Partido da Imprensa Golpista, que ainda hoje está atuante e atualmente tem como cabeças o grupo Marinho de comunicação (Rede Globo), a Folha de São Paulo e a revista Veja.Em 1954 começa a aparecer sinais de golpe de estado através de certos grupos de generais apoiados pelos capitalistas que nunca perdoaram Getulio pela a criação dos direitos do trabalhador e pelo o seu nacionalismo ferrenho.Getulio começa a perder seus colaboradores que em busca de vantagens se bandeavam para a oposição.A grande oportunidade de derrubar o seu governo aparece com o atentado da rua dos Toneleros que culminou com a morte do coronel Vaz da aeronáutica.Ele foi acusado como mandante, sendo o serviço idealizado pelo o seu guarda costa o Gregório Fortunato.Até hoje nunca se provou a participação de Getulio nesse atentado.Este nunca foi o seu estilo de governar.Ainda existem mistérios acerca desse episodio.Daí então foi a criada a Republica do Galeão em oposição a Getulio.Lacerda que saiu ferido do atentado viu a grande oportunidade de depor o presidente.Aos poucos o seu governo foi minando.Ficaram somente os verdadeiros amigos ao seu lado.Na noite de 23 de agosto realiza a sua ultima reunião ministerial e por fim chama o seu ministro da justiça Tancredo Neves e o presenteia com uma caneta Parker 21 de ouro e diz:”Para o amigo certo das horas incertas”.Depois subiu para os seus aposentos e na madrugada do dia 24 de agosto suicida-se com um tiro no coração.No dia seguinte quando o seu povo soube da sua morte, sentiu dentro do peito a dor da perda do seu maior protetor e saiu as ruas de todo o país em protesto.Jornais opositores foram destruidos e seus caluniadores esconderam-se acovardados.Getulio deixou um legado de amor ao seu povo, o povo carente de pão e dignidade.Governar um povo é muito diferente do que governar para o povo, e Getulio Vargas soube fazer essa diferença.
Antes de cometer o suicídio Getulio deixou duas cartas, as quais ficaram conhecidas como “Cartas Testamento”.A Mais conhecida e datilografada foi lida por João Goulart no seu enterro em São Borja cidade do Rio Grande do Sul a sua terra natal, uma outra escrita a mão foi entregue a Alzira Vargas sua filha que a divulgou em 1967 através da revista O Cruzeiro,devido a insistência de Carlos Lacerda que não acreditava que houvesse essa segunda carta manuscrita.
Assim foi a vida de luta e amor ao seu país desse grande brasileiro quase esquecido pelo o seu povo.Infelizmente essa data criminosamente sempre passa em branco.As elites remanescente das velhas oligarquias teimam em querer virar esta pagina gloriosa da nossa historia.A Historia de um presidente que ficou conhecido como: O pai dos pobres
Transcrevo abaixo as duas cartas testamento.
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A Carta Testamento do Presidente Getúlio Vargas!
“Mais uma vez, a forças e os interesses contra o povo coordenaram-se e novamente se desencadeiam sobre mim. Não me acusam, insultam; não me combatem, caluniam, e não me dão o direito de defesa. Precisam sufocar a minha voz e impedir a minha ação, para que eu não continue a defender, como sempre defendi, o povo e principalmente os humildes.
Sigo o destino que me é imposto. Depois de decênios de domínio e espoliação dos grupos econômicos e financeiros internacionais, fiz-me chefe de uma revolução e venci. Iniciei o trabalho de libertação e instaurei o regime de liberdade social. Tive de renunciar. Voltei ao governo nos braços do povo. A campanha subterrânea dos grupos internacionais aliou-se à dos grupos nacionais revoltados contra o regime de garantia do trabalho. A lei de lucros extraordinários foi detida no Congresso. Contra a justiça da revisão do salário mínimo se desencadearam os ódios. Quis criar liberdade nacional na potencialização das nossas riquezas através da Petrobrás e, mal começa esta a funcionar, a onda de agitação se avoluma. A Eletrobrás foi obstaculada até o desespero. Não querem que o trabalhador seja livre.
Não querem que o povo seja independente. Assumi o Governo dentro da espiral inflacionária que destruía os valores do trabalho. Os lucros das empresas estrangeiras alcançavam até 500% ao ano. Nas declarações de valores do que importávamos existiam fraudes constatadas de mais de 100 milhões de dólares por ano. Veio a crise do café, valorizou-se o nosso principal produto. Tentamos defender seu preço e a resposta foi uma violenta pressão sobre a nossa economia, a ponto de sermos obrigados a ceder.
Tenho lutado mês a mês, dia a dia, hora a hora, resistindo a uma pressão constante, incessante, tudo suportando em silêncio, tudo esquecendo, renunciando a mim mesmo, para defender o povo, que agora se queda desamparado. Nada mais vos posso dar, a não ser meu sangue. Se as aves de rapina querem o sangue de alguém, querem continuar sugando o povo brasileiro, eu ofereço em holocausto a minha vida.
Escolho este meio de estar sempre convosco. Quando vos humilharem, sentireis minha alma sofrendo ao vosso lado. Quando a fome bater à vossa porta, sentireis em vosso peito a energia para a luta por vós e vossos filhos. Quando vos vilipendiarem, sentireis no pensamento a força para a reação. Meu sacrifício vos manterá unidos e meu nome será a vossa bandeira de luta. Cada gota de meu sangue será uma chama imortal na vossa consciência e manterá a vibração sagrada para a resistência. Ao ódio respondo com o perdão.
E aos que pensam que me derrotaram respondo com a minha vitória. Era escravo do povo e hoje me liberto para a vida eterna. Mas esse povo de quem fui escravo não mais será escravo de ninguém. Meu sacrifício ficará para sempre em sua alma e meu sangue será o preço do seu resgate. Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora vos ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na História.” (Rio de Janeiro, 23/08/54 – Getúlio Vargas)
A segunda carta
Deixo à sanha de meus inimigos, o legado de minha morte. Levo o pesar de não ter podido fazer, por este bom e generoso povo brasileiro, e principalmente pelos mais necessitados, todo o bem que pretendia.
A mentira, a calúnia, as mais torpes invencionices foram geradas pela malignidade de rancorosos e gratuitos inimigos, numa publicidade dirigida, sistemática e escandalosa.
Acrescente-se na fraqueza dos amigos que não defenderam, nas posições que ocupavam, à felonia de hipócritas e traidores a quem beneficiei com honras e mercês, à insensibilidade moral de sicários que entreguei à Justiça, contribuindo todos para criar um falso ambiente na opinião pública do país contra a minha pessoa.
Se a simples renúncia ao posto a que fui levado pelo sufrágio do povo me permitisse viver esquecido e tranquilo no chão da pátria, de bom grado renunciaria. Mas tal renúncia daria apenas ensejo para, com mais fúria, perseguirem-me e humilharem-me. Querem destruir-me a qualquer preço. Tornei-me perigoso aos poderosos do dia e às castas privilegiadas.
Velho e cansado, preferi ir prestar contas ao Senhor, não dos crimes que não cometi, mas de poderosos interesses que contrariei, ora porque se opunham aos próprios interesses nacionais, ora porque exploravam, impiedosamente, aos pobres e aos humildes. Só Deus sabe das minhas amarguras e sofrimentos. Que o sangue dum inocente sirva para aplacar a ira dos fariseus.
Agradeço aos que de perto ou de longe me trouxeram o conforto de sua amizade. A resposta do povo virá mais tarde…
Getulio Vargas
Dedico esse texto em memoria de:
João Goulart
Tancredo Neves
Leonel Brizola
Oswaldo Aranha
E a todos que foram amigos sinceros desse grande estadista brasileiro
Blog do figueiroa………………………..24 de agosto de 2011
Valente Deputado Brizola Neto,
Não sei se é exatamente aqui o espaço para manifestação, da qual preciso de um conselho abalizado.
Porque sim, envelhecemos. É inexorável e precisamos de um seguro saúde. No entanto descobri em janeiro, deste, que o seguro que tinha há anos da empresa do me pai – Unimed leste fluminense – não servia pra diminuir a carência de nenhum plano de saúde novo de pessoa física, nem aos menos se fosse o do mesmo plano, que já tinha há dez anos, por ser empresarial.
Acontece que no governo lula, em 2004, através de uma MP o governo baixou um decreto – me perdoe se os termos legais estão errados, mas acho que dá pra compreender – dizendo que para as pessoas que já tivessem 58 anos completos não poderiam entrar em plano de adesão,apenas planos de pessoas físicas.
Restringida apenas a 6/10 planos que aceitam pessoas com 59 anos ou mais, na qualidade de pessoa física, aderi ao menos mal e que cabia no meu bolso que foi a AMIL BLUE IV. A partir daí minha vida virou um inferno: vou tentar resumir minha saga para que o Ministro da Saúde fique sabendo assim como a nossa PResidenta,se possível, que com certeza desconhecem o que realmente rola.
Você adere ao plano de pessoa física para pessoas com mais de 59 anos completos e além de ter obrigatoriamente de cumprir 180 dias de carência, não importando os planos anteriores,tem que se submeter a uma consulta/entrevista para que eles digam se sua saúde é boa ou não. Meu pai morreu em 30 de novembro de 2009 e meu plano empresarial expiraria no dia 05/04 deste, então fiquei tranguila achando que daria tempo de fazer o novo plano e cumprir a carência.
Não, negativo. Os corretores que me atenderam me diziam lacônicos que não havia interesse em fazer seguro com pessoas IDOSAS já que gastavam muito e eles não podiam aumentar o seguro pelo decreto do presidente e não podiam cobrar corretagem.
Eu fiquei alarmada. Jamais fiquei sem seguro saúde e resolvi ligar para a ANS que me respondeu sempre com grande tédio que era assim mesmo, e pronto.
Desesperada, liguei pra ACOPLAN que administra os planos de saúde do Estado de SÃO PAULO. O atendente foi muito receptivo e disse que eu tinha caído em mãos inescrupulosas e que eles me indicariam uma corretora a UNIHEALTH SAUDE QUE tinha como presidente o Sr. Ariovaldo Bracco que era tb. diretor da Acoplan.
Nesta mesma noite um corretor de nome Marcio Eduardo Oliveira me ligou dizendo que faria sim o meu seguro e que a plataforma da AMIL era uma das que eles mais vendiam e que eles tinham um relacionamento muio especial com eles.
Então, tá!
Apenas me garantiiu que a tal da consulta/entrevista teria que ser marcada para o dia 05/04/2011. Eu lhe disse ser uma coincidência pois justo neste dia meu plano empresarial com a UNIMED venceria.
Ele disse que não haveria qualquer problema pois a entevista era pro forma. Só para ver se eu tinha doença anterior grave, etc. Eu lhe assegurei ter ótima saúde e lhe perguntei se eu não poderia começar a pagar a mensalidade do plano imediatamente para que a carência fosse sendo abatida. Ele disse que absolutamente NÃO. Apenas após a consulta eu poderia assinar o contrato e começar a pagar e daí sim contar a carência de 6 meses.
Enquanto esperava pela carência eu nem poderei ir a nenhuma consulta pois se não dá direito a qualquer tipo de exame como faria, por exemplo uma mamografia ou um papanicolau? ELE Me respondeu que assim eram as regras aprovadas PELA ANS E PELO MINISTÉRIO DA SAÚDE. Eu achei um escândalo já que teria que pagar 1.650,00 mais o antigo seguro para não ficar descoberta.
No dia 28 de março Á NOITINHA o SR. marcio me ligou muito apreensivo me dizendo que haveria um aumento grande do preço das operadoras, a partir de 1° de julho. Eu lhe disse que aquilo já era demais que eu estava esperando justo por descaso da AMIL que marcava uma consulta 4 meses após eu ter optado com boa fé pelo plano deles.
Mas ele me assegurou que como a UNIHEALTH Saude tinha uma plataforma de relacionamento excelente com a AMIL ele e seu gerente conseguiriam segurar o antigo preço para mim, numa deferência a minha boa vontade de esperar todos aqueles meses e por ele já ter percebido que eu não tinha problemas de saúde.
Como assim? Ele nem nunca me viu…..
No entanto o sr. Marcio EDUARDO DE OLIVEIRA , cpf 126595 678 24 telefone 11 98612072, me perguntou se eu estaria em casa no dia seguinte logo cedo, pela manhã. Eu lhe disse que tinha que checar minha agenda e desligamos.
Fiquei muito grilada, nem consegui dormir:Não entendia como antes, era impossível eu ir pagando para reduzir a carência antes da tal entrevista/consulta e agora já podia? Algo não cheirava bem.
Cedo ligo para a ANS que para variar atende como se estivesse com grande tédio e me diz que não pode saber quando e o porquÊ DAS OPERADORAS AUMENTAREM E QUANDO. Fiquei nervosíssima, disse que se eles não sabiam, quem ia saber. Ela me disse que ou eu confiava na operadora ou nada feito. Que era assim que funcionava , me deu nos. de protocolos, mas reclamar a quem? Á PRESIDENTA? FIQUEI ME SENTINFO IMPOTENTE, UMA VELHA, ENGANADA, MAS FAZER O QUÊ? FICAR SEM PLANO DE SAÚDE?
No dia seguinte bem cedo, o corretor marcio chega a porta da minha casa – eu moro numa casa e sozinha (e ele sabia disso.)
Eu abri a porta e vi um homem enorme de uns 1,90 e bem forte com um taxi esperando à porta. Ele entrou mostrando todos os papeis de solicitção e adesão de beneficiários de pessoa física com um número de solicitação de adesão Contrato PF 100 A lEI Nº 9.656 DE 3/6/1998 N°SOLICITAÇÃO 10236704-5. Todos os papéis timbrados
pela AMIL, E FIQUEI COM A CÓPIA AMARELA E AS OUTRAS CÓPIAS IAM PARA A AMIL.
Lí tudo e quando fui dar o cheque ele disse que o cheque não poderia ser nominal a AMIL. Eu fiquei angustiada, perguntei o porquê e ele me disse que por eu ser idosa e eles estarem trabalhando numa exceção eu teria que pagar cash. O cheque não poderia ser nominal nem à AMIL nem à Unihealth Saúde, mas a ele.
Na hora desconfiei, mas revsolvi dar o cheque assim mesmo por medo de arriscar minha vida.
Ele agarrou o cheque e correu pra porta.Eu a abri e vi que o taxi continuava lá o esperando. Já eram 10 h e resolvi ligar pra minha agência bancária que me disse que ele já tinha ido no caixa e retirado o dinheiro. Pensei: “Acho que caí nun golpe” Liguei pra ele que havia me garntido que o cheque só seria depositado depois da tal da consulta, mas ele não atendia o telefone. Pedi pro gtr. do meu banco microfilmagem do cheque.
Como estava próxima a data da consulta resolvi esperar e pessoalmente falar com a médica que me atenderia, o que estava acontecendo.
No dia anterior da consulta, o Sr. Marcio me ligou de novo às 22 h me dizendo que tinha conseguido um privilégio para mim: Eu pagaria mais 3 cheques adiantados e ele me livraria da carência. Daí não tinha mais dúvida que realmente caíra num golpe.
Lhe disse que não estava compreendendo tal mudança de atitude e ele me respondeu que as plataformas são muito flexíveis dependendo das operadoras, mas que eu tinha razão, era melhor fazer como havíamos combinado antes.
Fui a entrevista a fim de contar pra alquém de dentro da AMIL o que estava ocorrendo, já que as peradoras de telemarketing não fzem nada, além de dar nºs de protocolo. A entrevista foi como combinado no dia 05.04.2011 às 10h da manhã. Eu tomei meu desjejum normalmente e fui. Ao chegar lá uma Dra. muito grossa, desculpem o termo,Dra. Marise, pegou minha mão e enfiou uma agulha grossa sem avisar e eu levei um puta susto. Ela me disse que era pra medir meu colesterol. Eu retruquei que já havia feito mais de 100 exames de colasterol e frações e que sempre tinha que ser observado jejum de no mínimo 12 horas e que ainda recomendavam pra que a alimentação fosse normal pra não abusar de frituras ou chocolates, por exemplo.
Ela me disse que não era nada disso. Que meu LDL ESTAVA A 150-MUITO ALTO- E QUE EU PESAVA 69 Kgs. Fiquei uma arara:nunca tive colesteroal alto, jamé dela vie e peso no máximo 57 kgs. Tenho mil fotos para provar e mil exames de colesterol tb. Disse que não ia assinar mentira nenhuma e que já havia sido roubada pelo corretor e que não queria mais aderir a um plano de saúde daquela espécie. Ela marcou,com grande tédio, todos os ítens de saúde como sendo negativos para doenças prévias e me disse que tinha uma fila enorme pra atender e que ela não tinha nada a ver com o corretor e que eu estava inventado aquela história.
Saí dali tão impotente, triste, deprimida, que queria larga tudo
pro alto e fugir dali.
Mas pensei: quantas pessoas essa gente tem cativa e enganando, gente que não tem minha consciência de justiça.
Vou lutar!
Comecei a ir pessoalmente a Rua Colombia, aqui mesmo no Jardins, sede da Amil para contar a história. Tive que esperar por mais de 1 h. já estava desistinho, me atendeu uma atendente que bocejava e nem ligou pra história, disse para que eu telefonasse dali a 20 dias úteis para obter uma resposta.
Sem saída, resolvi esperar. Mas nada, quando liguei escutei a mesma ladainha que meu nº não havia ainda sido aceito,eu tentava contar a história do rooubo do chegue e eles me escutavam como se eu fosse golpista.
Finalmente, sem saída, resolvi ir a 15ªdelegacia fazer um Boletim de Ocorrência por furto, 171, contrangimento e acuação na minha residência. O delegado escutou e acatou a denúncia. Ainda observou: Mas onde já se viu a pessoa faz um plano de saúde e tem que passar pelo constrangimento de ir parar numa delegacia? Só isso os enquadra em constrangimento, roubo e danos morais.
Paquei a 2ª prestação, por precaução e não parecer que desisitira, fui ao Procon que fez a AMIL devolver os 2 cheques, mas continuo me sentindo prejudicada e gostaria de saber o que devo fazer, caro deputado?
Devo processá-los por falta de isonomia, por constrangimento, por 171, por coagir idosos – embora sinceramente eu nem me sinta ou pareça idosa, apesar do que desde aquele janeiro nunca mais fui a mesma pessoa, estou tomando anti depressivos,fio parar no Incor 2 vezes pelo SUS, parei de trabalhar , não atendo telefone e principamente estou sem seguro saúde, pois não acredito mais em nenhum deles.
Por favor, valente deputado, me responda ou encaminhe meu e-mail a um orgão que possa me ajudar. Meu e-mail é:
vbprjsp@gmail.com
Muito obrigada, quero lutar pelo que for justo nada mais que isso. Abraços,
Van
ESTÃO COM SAUDADE DO GOLPE DE 64
Tudo começou mas ou menos assim.Na época o medo era o comunismo e a implantação de um sistema socialista de governo.Isso apavorava as elites capitalistas e religiosas.Por todo o país explodiam passeatas e greves.Segundo analistas históricos, que havia o dedo da CIA e da embaixada americana nesse processo, havia também infiltrações da ultra direita nos sindicatos para se criar um clima favorável a um golpe de estado.Para completar o cenário faltava ao inclusão da Igreja Católica e para tanto apareceram religiosos americanos tendo a frente um padre irlandês Patrick Peyton radicado nos EUA bancado pela CIA (Wikipédia) que liderou a Marcha da Família com Deus pela Liberdade. E o comício da Cinelândia foi a gota d’água.E qual foi o resultado?Que viveu esses 21 anos sabem muito bem o quanto o país retrocedeu no campo cientifico e tecnológico.Somos o país mais frágil do mundo no setor de defesa militar devido a grandeza territorial.Ainda hoje sentimos o reflexo da falta de educação tecnológica, temos um enorme exercito de reserva de desempregados analfabetos funcionais e uma enorme quantidade de vagas que não são preenchidas por falta de pessoas capacitadas.O governo atual faz esforço para criar escolas técnicas para que o país cresça acompanhando pelos menos as nações emergentes.Foram anos de atraso e a tendência é continuar.Estive pesquisando sobre o nosso “poderio”bélico em relação com o da Venezuela.É preocupante por ser um país fronteiriço e mal demarcado o que pode trazer problemas.Cheguei a conclusão que poderiamos até ganhar, mas a derrota não estaria descartada. A força aérea venezuelana arrasaria os estados do norte em questão de dias.Aí teriamos de nos ajoelhar e pedir proteção aos EUA. O preço dessa ajuda é facil de imaginar.Bases americanas espalhadas na Amazônia brasileira. Não temos aviões de combate nem de terceira geração,imaginem um combate entre um caça russo de 5ª geração o PAK-FA SUKHOI o melhor caça de combate do mundo contra um Mirage 2000C (Só temos 12)de 2ª e com mais de 30 anos de uso,seria uma verdadeira caça ao pombo.Só de MIG 29 a força aérea venezuelana deve ter uma centena.Ainda por cima nossos “patriotas” congressistas insistem em vetar a compra dos caças Rafalle franceses.O Obama esteve aqui para vender seus F22 mas nega passar tecnologia o que é mesmo que jogar dinheiro fora.Em caso de um atrito com eles esses aviões seriam descodificados . e não sairiam do chão. O exemplo disso é que eles venderam a Venezuela um tipo mais antigo e até hoje se negam a vender peças de reposição e repassar tecnologia, quebrando o contrato de venda. Esse caças estão lá encostados e foi preciso o Chave modernizar a sua força aérea com caças russos.
E vejam agora: Quando o país começa a avançar, setores políticos e da justiça parecem querer ver o país voltar novamente a estaca zero. O golpe fatal agora é dificultar a realização da Copa do Mundo em nosso país. O maior derrespeito ao nosso povo que tem no futebol a unica valvula de escape para os seus problemas.É o preço da traição a patria, aliás muito deles não sabem nem o conceito do que é ser patriota
É greves e mais greves instigadas e financiadas pela ultra direita e organismos estrangeiros que se infiltram nesses partidos ortodoxos de esquerda que visam tão somente chegar ao poder como fizeram alguns corruptos do próprio PT. O MST ocupou hoje uma área do Aeroporto Internacional de Manaus.Só falta sentarem na pista. Até greve de coveiro já apareceu,o cidadão foi sepultar o irmão em São Paulo e teve de voltar com o caixão pra casa.Um Absurdo!Ongs nacionais manipuladas e financiadas pelas estrangeiras querem impedir construção de usinas hidroelétricas, um recurso no qual o Brasil é rico e precisa de energia barata para se desenvolver. Para se ter uma idéia só na Amazônia brasileira existe mais 400 Ongs estrangeiras a maioria americanas, enquanto que no Nordeste existe a seca, sede,fome, pobreza e miséria, não tem nenhuma.Interessante não? Estão ensinando inglês aos índios.É o processo de ocupação em andamento.Esse é o único propósito. A quem interessa o atraso energético brasileiro? A Barragem de Hoover desviou o Rio Colorado e causou um dos maiores desastres ambientais nos EUA e México e isso se tornou um feito heróico para eles. O que me deixa “sensibilizado” é a preocupação dos EUA em relação a construção de Belo Monte.A desculpa é o índio e a floresta. Logo eles que mataram milhões de índios com requintes macabros para roubarem as suas terras. Seus heróis são os exterminadores de índios,tal e qual os bandeirantes brasileiros.Quem quiser saber direito dessa historia leia o livro “Enterrem o meu coração em joelho ferido” Bury my heart at wounded knee (titulo em inglês)de Dee Brown. Wounded Knee foi palco da ultima batalha do exercito americano contra apenas 150 índios a maioria velhos desarmados,mulheres e crianças Sioux foram massacrados impiedosamente. Esse eram os mocinhos que eles exportaram através dos filmes de cowboys.
O próprio STF rasga a constituição e aprova em nome de 190 milhões de pessoas temas polemicos.Não sou contra o direito das pessoas e acho que discriminação é crime,mas também ninguém pode impor a alguém o que é certo ou errado em detrimento da lei. O que preocupa é o desdobramento que pode gerar uma crise.Vale a pena refletir sobre tudo isso. Temos de ter o nosso livre arbítrio sem ser arbitrário.O certo seria fazer uma consulta ao povo na forma de um plebiscito e estabelecer regras de conduta para todos os seguimentos da sociedade, assim todos teriam a garantia da lei. O que preocupa é que oportunistas se aproveitam disso para se promoverem às custas de inocentes.Agora querem usar os evangélicos, até uma marcha em Brasília foi organizada.
Querem criar um clima igual ao de 64.O mundo está em ebulição as grandes potencias lideradas pelos EUA deixaram cair a mascara e partiram para um Neo Colonialismo promovendo revoltas populares na África e Oriente Médio para ocupar esses países com o aval de cumplicidade da ONU,orgão que não passa de um escritorio de negocios de grupos financeiros transnacionais. O plano maquiavelico parece alastrar-se pelos países pobres da Europa, tais como Portugal,Espanha e Grecia. E no Brasil.Qual será a tática para roubar nossas riquezas da Amazônia e o Pré Sal?Querem gerar uma convulsão social, pois assim fica mais fácil e economizam materiais bélicos para tomarem a força.Ninguém se deu conta no caso da crise dos bombeiros com a policia do Rio de Janeiro.Aquilo foi gravíssimo.E se esta tivesse se alastrado por todo o país?Uma guerra de quartéis envolvendo militares?Acho que tudo tem limite.
Blog do figueiroa——–22 de junho de 2011
estou em Brasília há 3 meses procurando trabalho, mas não consigo. tenho 62 anos de idade e 40 de jornalismo. quero colaborar com vcs, mas preciso de um email pra mandar meus artigos. obrigado, marcio
Nobre Deputado Bizola, acho que vale a pena este comentario que esta circulando na internet.
TROPA DE ELITE III – ENFIM UMA OPERAÇÃO BEM SUCEDIDA
Sou morador do Centro da Cidade do Rio de Janeiro, e neste último fim de semana testemunhei algo inusitado, emblemático, dentro da realidade do absurdo que assola nosso país.
Em operação bem sucedida o BOPE transformou um pacato bairro em praça de guerra, com a intervenção no Quartel Central do Corpo de Bombeiros, finalizando com a prisão de 439 perigosos vândalos, que, com seus familiares atentavam perigosamente contra nossa protegida sociedade de contribuintes satisfeitos.
A audácia dos que laboram salvando vidas foi bravamente estancada pela elite da Polícia Militar. Pena que não tenham sido tão eficazes no Complexo do Alemão, onde traficantes homicidas fugiram tranqüilamente, com cobertura ao vivo de uma emissora de televisão, em operação pirotécnica em que apenas alguns viciados foram detidos.
Talvez os meliantes do complexo do Alemão não representassem assim tanto perigo. Esses vândalos travestidos de bombeiros ousaram reivindicar um quinhão maior dos impostos que pagamos já previamente rateados aos consultores oficiais; aos escritórios de advocacia que tratam das concessionárias de serviços públicos; aos salários de políticos palhaços e de políticos que nos fazem de palhaços, entre outros.
Quem se importa com a carência da família desses bárbaros? Eles que arranjem um bico em segurança privada, ou em milícias. O Estado já está fazendo muito com sua política salarial de correção em 48 meses, proporcionando algo em torno de R$ 10,00 a R$ 20,00 a mais ao mês, para esses elementos perigosos que ousam salvar vidas, superlotando nossos bem equipados hospitais públicos. Que ousadia!
Se quiserem se manifestar que procurem as passeatas dos grupos evangélicos autorizadas pelo poder público, e peçam a Deus pelo milagre da multiplicação do pão para alimentar seus familiares.
Procurem também as passeatas arco-íris onde por autorização do gestor estadual os militares estão habilitados a participarem fardados e utilizarem viaturas oficiais nesses eventos.
Mas tudo é muito trabalhoso e perigoso. Uma sugestão de menor trauma seria o pedido de demissão coletiva. Senhores bombeiros levem seus familiares para uma coletividade agraciada pelas UPPs e automaticamente terão os benefícios municipais, estaduais e federais do programa bolsa família, casa própria, segurança pública oficial, e outros melhoramentos indisponíveis aos servidores públicos estaduais.
E, de uma vez por todas parem de atrapalhar as viagens à França do gestor do nosso Estado. Levem suas famílias para Praça Paris, e de maneira ordeira e passiva orem para que DEUS apague a chama de minha indignação contra esse povo que não sabe votar.
Sobre o artigo da professora Maria Celina D’Araujo, publicado neste domingo no Estadão.
http://bit.ly/jnSorP
Meu caro Brizola,
Aí vai um texto meu para sua avaliação e divulgação se assim for conveniente.
http://easonfn.wordpress.com/2011/05/17/por-que-sempre-a-casa-civil/
Caro Brizola,
Não encontrei o local exato pra enviar artigo e por isso o faço por aqui. O Tema é o IBAMA e a reforma que está sendo discutida. Está publicado no meu blog.
http://bit.ly/efEMSk
Prezado Deputado,
em primeiro lugar, parabéns pelo blog.
Escrevo para expressar o quanto fiquei feliz em saber, por intermédio de amiga que foi ao debate sobre “mídia, regulação e democracia”, sexta-feira passada, em SP, que muito do que lá declaraste, vem ao encontro de infindáveis projetos que nós duas (jornalistas / militantes) temos tentado articular: repletos de ideias & sonhos (possíveis) para uma comunicação cidadã.
Grande abraço,
Márcia Fantinatti (no twitter: @sacimula)
PS: sou pesquisadora, meu objeto de pesquisa é a Rede Globo, caso cogite disponibilizar/indicar textos acadêmicos no blog e julgue que algum dos meus podem ter utilidade, conte comigo. Será uma honra.
aqui vai matéria a respeito do saudoso Leonel Brizola, com o respeito que ele merece pela sua vida de luta. Brizola Neto, continue nos passos de seu avô.
Grande Abralo!
Emanuel
segue texto do Jornal do Brasil.
Única remanescente da Brizolândia ainda jura amor a Brizola
Marly Koplin sai todo dia de casa, em Vista Alegre, e pega ônibus para manter vivo o reduto criado em 1982
Jornal do BrasilJosé Luiz de Pinho
RIO – A muleta não é empecilho para a professora aposentada Marly Koplin manter viva a devoção pelo ex-governador Leonel Brizola e a Brizolândia. Todo dia, ela sai de casa, em Vista Alegre, Zona Norte do Rio, às 9h, pega o ônibus 342 (Jardim América – Castelo) e viaja uma hora até a Cinelândia, no Centro.
Lá, arma barraca, mesa, e a cobre com a bandeira do PDT, de Brizola, onde fica até às 17h. Assim, mantém viva a Brizolândia, que transformou a Cinelândia num efervescente caldeirão político desde 1982, instalada nas escadarias da Câmara dos Vereadores.
Já é final de campeonato e a estrada foi longa!!! Devemos continuar atentos às armações dos tucanos até o domingo, mas também devemos nos permitir um pouco de humor, já que o Serrojas aprontou bastante.
Façamos, então, caros leitores/eleitores, a última pesquisa de opinião realmente séria destas eleições!!!
A pergunta é: Qual a diferança entre SERRA e TIRIRICA?
a) Tiririca não fez ainda o número da bolinha de papel.
b) Tiririca, quando palhaço, usa maquiagem e chapeuzinho colorido.
c) Com Tiririca, “pior do que tá não fica”.
d) Que Tiririca não tratava bem a Florentina é incerto, mas pelo menos ele não tratava mulher como moeda de troca para ganhar votos.
e) Tiririca não brinca com Índio.
Veleu Tijolaçõ!!! Uma trincheira impenetrável contra o PIG e os Demotucanos!!!
DE BANCO DO BRASIL EU ENTENDO UM POUCO
Raimundo Wilson S. D. Morais(*)
Abram aspas. Antes da chuva de pedras, que fique bem claro: nunca pertenci à classe rica, e pobre não fui. Consegui cursar duas excelentes faculdades (públicas, é claro!), onde só entravam os bafejados pela sorte: ou tiveram formação escolar em ótimas escolas públicas (garanto a vocês que existia); ou vieram de famílias que podiam sustentar boas escolas particulares e dois ou três anos nos famigerados cursinhos pré-vestibular; ou, ainda, trabalhavam em regime de seis horas diárias (também não é piada, eu juro que isso existiu!). Os cursos preferidos pela elite exigiam horário integral: Medicina e Engenharia, nem pensar! Havia, como sempre houve, um limite entre o ideal do sonho e o real do pesadelo. Alguns “sortudos” transpunham esse limite.
Continuem entre aspas. Estudei em bons colégios (particulares e públicos), podia pagar cursinho e trabalhava no Banco do Brasil, uma empresa que só admitia funcionários por concurso público e respeitava o expediente legal de 6 horas diárias de trabalho (perdoem-me, leitores incrédulos, no século XX ainda sobrevivia esse respeito). Consegui cursar a Universidade de São Paulo, em uma época de intensa resistência à repressão dos militares. Ao mesmo tempo, eu fazia parte de uma empresa com um quadro funcional de grande competência, onde a regra (com as exceções, é claro!) era trabalhar para o Brasil e não para um governo.
Prossigam entre aspas. Tudo o que aprendi de importante em minha vida partiu de duas fontes: à Universidade de São Paulo eu devo a teoria e ao Banco do Brasil eu devo a prática. Na USP e no BB foram recrutadas “cabeças pensantes” que ajudaram a sustentar tanto a ditadura militar de ontem quanto a democracia que temos hoje. Que ninguém se iluda: dessas duas instituições foram convocados tanto os cérebros do mal (qualquer que seja a posição ideológica adotada) quanto os do bem! Basta olhar a História e seus atores nos últimos 50 anos. Por causa dessas condições que emolduravam minha formação num meio elitista, Lula nunca seria o presidente de meus sonhos. Sempre acreditei que o cargo mais alto do País jamais deveria ser exercido por militar da ativa ou por civil sem formação universitária. Que soubesse pelo menos se expressar com elegância na língua pátria! Tive que jogar fora meu sonho, é claro!
Preparem-se para fechar aspas. No ano de 1989, Lula não era o ideal sonhado, mas o pesadelo real emergia de modo truculento, no cérebro de um tal de Dom Fernando I, o Caçador. Dele se afirmava ser um colorido pavão, espécime rara que surgiu do nada, ou melhor, foi criado num cinescópio que soltava um som irritante: plim-plim!. Não havia tempo a perder: filiei-me ao Partido dos Trabalhadores. Deposto Fernando I, veio o reinado de Fernando II, o Vaidoso. Dele diziam ser mais um pavão, criado com boa alimentação importada; aparecia em preto e branco, pregava a favor da amnésia (para os outros), e foi feito de encomenda para que o Brasil esquecesse todas as suas cores, doadas para estrangeiros. Ah, sim, esqueçam o que escrevi: no ano de 2010, Dilma não era a candidatura que eu queria no PT. Mas foi a escolhida pelo Partido. É o que basta para ter meu apoio. Aprendemos muito nesses anos, diria o poeta. E tenho horror a pesadelos, caçadores, esquecimentos, estradas com pedágio, corrupção, subidas e descidas de serra. Fechem comas.
Tomei posse no Banco do Brasil em plena ditadura, numa cidade do interior do Piauí, para onde foram transferidos alguns funcionários punidos pelo regime militar. Era tradição do BB dar posse a novos funcionários (salvo algumas exceções de bom apadrinhamento) em lugares distantes, antecipando uma política que os militares apelidariam de “Integrar para não entregar” e que foi lema do Projeto Rondon. Se a intenção de alguns militares era fazer do Projeto Rondon uma espécie de lavagem cerebral na juventude, o resultado foi exatamente o contrário. Havia um ponto muito positivo naquela política: criava-se um quadro de soldados que conheciam muito bem as áreas de combate. Só que esses soldados não estavam nos quartéis, mas nas escolas.
Como se sabe, generais são poucos, e dificilmente morrem em combate. Já os soldados rasos são milhares, e só por sucessivos golpes da sorte (e outros golpes) chegam ao generalato. Os recrutas vivem e aprendem no teatro da guerra, pela simples razão de estarem em pé, na frente, enquanto os generais estão atrás, deitados em berço esplêndido. Ao alocar funcionários recém-empossados e funcionários “subversivos” na mesma cidade do interior do Piauí (e de outros estados), o BB aproximou a gasolina da fagulha. Num repente, começaram a nascer sindicatos em lugares “nunca dantes imaginados na História deste país”.
Os leitores já devem ter percebido que, entre comas e mais comas, prestei uma homenagem. A região em que trabalhei, no Piauí, seria a escolhida por Lula, muitos anos depois, para dar início ao combate à miséria. O quadro funcional do Banco do Brasil do meu tempo não existe mais, mas o BB está de volta ao cenário, abarrotado de recursos, como parceiro importante de um governo que tirou da fome e da miséria cerca de 30 milhões de irmãos nossos, cujo defeito maior era a pobreza que não lhes permitiu dar sequer um passo à frente. Em 2010, o perigo está de volta: a privatização do BB, da Petrobrás e da Caixa Econômica Federal não significa apenas o sonho tucano de “fazer caixa” rapidamente: é o pesadelo real da volta da miséria e da exclusão dos “azarados”.
Os argumentos para a privatização, a serem utilizados desta vez, farão de Dom Fernando I, o Caçador de Marajás, apenas um pobre coitado, sem qualquer maldade. E farão de Dom Fernando II, o Vaidoso, apenas um velhinho medroso, esquecido e abandonado pelos ex-comparsas. Tudo pode ser tão rápido, que até quem não viver verá. A “privataria” não terminou o serviço até 2002 porque nem de longe sonhava que em 2003 Lula chegaria ao poder. Além disso, os sócios dos tucanos queriam sua parte no butim. Tucanos, segundo o dicionário, são aves sociais, vivem em pequenos bandos e pilham ninhos de outras aves. Plumagens de cores vivas lhes dão aparência, que chama a atenção, escondendo a feiúra de um bico desproporcional. Tucano é só bico, nada mais, mas perigoso para a sobrevivência das outras aves. Enganam bem.
A grande força do Banco do Brasil residia na inegável competência de seus funcionários. A fraqueza residia no fato de que o BB raramente era dirigido por funcionários de carreira. Os militares de 1964 perceberam que o quadro funcional do BB era formado basicamente por pessoas que trabalhavam para o País, e não para um governo. Destruíram-no, pulverizando o funcionalismo: a partir deste, criaram o Banco Central do Brasil e o Banco Nacional de Habitação, retirando do BB o controle eficiente dos gastos públicos. Estava aberta a porteira. Antes, toda a sociedade sabia por onde passavam os recursos desviados. Pouco a pouco, o BB foi se transformando em mero “caixa pagador” de rombos e roubos. Desvios e roubos o BB pagava. Toda – pasmem! – toda a política econômica da ditadura se aproveitou da estrutura de credibilidade do Banco do Brasil.
O processo de destruição do BB foi um desmonte muito bem calculado: quebrando os salários do funcionalismo, abria-se espaço para um novo quadro, moralmente podre. E como os cargos de direção do Banco eram preenchidos por indicação política, a redemocratização do Brasil cobrou seu preço. Na década seguinte, sem qualquer constrangimento, nomeava-se para a Diretoria da Área Internacional do BB, Ricardo Sérgio de Oliveira, o arrecadador de fundos para a campanha de José Serra ao Senado. O maior banco do País estava podre. Na década seguinte, Lula foi eleito. A Polícia Federal descobriu que, por trás das privatizações do governo FHC, havia algo não muito bem contado, envolvendo o maior fundo de pensão do Brasil, a PREVI
O resto da história é bem conhecido. Toda vez que a Polícia Federal chega perto da Operação Banestado, Ricardo Sérgio, Opportunity, PREVI, José Serra e outros da trupe, aquele plim-plim irritante nos obriga a tampar os ouvidos, mas o cheiro fica impregnado. O último delegado da PF a chegar bem perto do fedor se chama Protógenes. De faro apurado, espero que dirija a Polícia Federal, se Dilma for eleita. Infelizmente não poderei cooperar com Protógenes: saí do BB exatamente quando Ricardo Sérgio, o “tesoureiro” de campanha de José Serra, obrigava a PREVI a jogar dinheiro fora, e a ajudar na destruição de empresas nacionais. Acompanhei tudo, de dentro do teatro macabro.
Não nos enganemos, o jogo é de campeonato. Conheço a PREVI e o BB a fundo: não só as instituições, mas também as peças do tabuleiro que foram movimentadas nos últimos 40 anos. O que escrevi aqui é um milésimo do que sei. O que está na mesa não são apenas os US$100 bilhões da PREVI e outros tantos de BB, CEF, Petrobrás, que O perigo de hoje é a indecência tucana, que implora pela volta do Brasil rachado em dois: sortudos e azarados, ou, se preferirem, nobreza e plebe. Chega! Queremos classe média, num estado laico, livre, igual e fraterno!
(*) O autor foi funcionário do Banco do Brasil até 1997. Cursou Economia e Ciências Sociais na Universidade de São Paulo (graduação e licenciatura plena em Sociologia).
MUITO DIFÍCIL ENCONTRAR UMA DEFINIÇÃO, SENHORES DOUTOS.
O Brasil em síntese, é um País Encantado. Uma cultura só, pintada por diversas cores. Trasformada em mescla, por artistas jamais vistos, os espirituais. A Cultura Brasileira reflete-se muito mais no sambar com arte, forma eterna, o que aliado ao divino, traz um Pixinguinha, um Cartola, um João Pernambuco, um Vila Lobos, um Tom Jobim, um Chico Buarque, um Zeca Pagodinho. Essa visão pelos doutos não aceita, é o que se faz refletir no dia-a-dia, minuto a minuto, sem a compreensão de tão sagazes e sábias criaturas. O Brasil é isso. O Brasil é um enorme manto sagrado, que um dia iria deixar a descoberto, verdadeiras vontades, que com o tempo far-se-iam, de forma inevitável, livres.
Não existe uma forma de entender o porquê do povo amar de forma fiel, o líder, que deles se fêz. Estava escrito nas estrelas. Um dia, alguém se faria líder máximo nesse país, sendo advindo do povo. Sem togas. Sem títulos. Mas gigantescamente identificado ao meio. O povo precisava de um rei, quando imerso em seu sonho mais secreto, mais discreto, porém mais esperado. É difícil realmente, para nós simples seres humanos, entendermos o porquê de tal evento. Quanto mais Merval, Noblat, Bérgamo, os Frias, os Mesquita, os Marinho, os Civita, tentam incendiar o circo humano, cheio de atrações moventes, mais e mais a lona que o cobre é protegida. Parece em verdade, que aquele circo, acolhe as inteligências populares e retém a sabedoria, que realmente se faz necessária à grandeza do universo. Parece que eu tento fazer-me banhar em alquimia. Mas não! É algo assim mesmo. O problema do grande feudo, da burguesia, é não aceitar de forma alguma, que o povo fosse superar todas as inserções e tentativas de engodo e mentiras. O senso-comum, além de coletivo é irrevogavelmente sábio, pois que é prático. Não é fácil dirigir-se ao povo e fazer-se entendido. A naturalidade do povo é algo tão difícil de alcançar como o cime de alguns sonhos distantes. Muito poucos são os seres, que conseguem transpor essa barreira. Raríssimos. Infelizmente pra voces, Merval, Miriam Leitão, Noblat, Azevedo, Bérgamo, e outros tantos, essa explicação faz-se inconcebível. Voces desesperam-se e criam o máximo de fatos, ofendem, desprezam, comparam, mas não entendem como não se faz ressornar, seus blasonares. O povo pode até lê-los, não seria de todo impossível, mas o povo possui uma personalidade ímpar, bem delineada, inteligentíssima, bem distante dos objetivos, que voces lhes desejam impingir. Lula está acima das análises. Por que? Não sei! O povo sabe. E esse saber é interior. Esse saber é intransponível. Absolutamente intocável. Ele enfrenta toda a mídia, ele é ofendido por todos os lados, ele é diminuido, minimizado, mas mantém uma postura singular. A postura de um ser humano, que tem certeza da admiração, que nutrem por ele. E olhem, é quase impossivel no mundo de hoje, um POLITICO ser tão aceito, contar com tamanho percentual de aceitação. Pra se gostar, o povo e ele nada forçam. É elementar, natural, mas sem condições de ser conceituado ou sequer analisado. Nós, voces, somos diminutos para chegarmos ao cerne do que possa conceituar tamanha liderança. Lula não é melhor que ninguém, mas está muito longe de ser o pior. Aliás, ninguém é melhor que ninguém. O que nos difere, é a conduta. A personalidade.
Escrever artigos, detonando-o. Apregoar que essa liderança advém do fato do povo ser ignorante, analfabeto, é algo simplório, apelativo. Compará-lo aos piores, é contraproducente, irreal, 83% de popularidade, anula qualquer parecer desse tipo. Óbvio que os doutos, citados acima, academicamente tentarão atribuir esse fato ao populismo, ao comunismo, a um monte de análises psico-politicas, que somente trarão à tona mais e mais teorias academicistas. O fato, é que Lula está aí. Respeitado, amado. Apenas, 3% dos brasileiros (que fazem parte dos 5%, que representam os doutos burgueses), pensam de forma contrária. Lula é o cara. Podem até pensar diferente. Bater as “perninhas” e fazer “biquinho”. Podem manifestar-se. Usar de todos os métodos, mas jamais conseguirão apagar essa verdade insofismável. Lula é realmente o cara!
O BRASIL QUE REALMENTE QUEREMOS
Falar mal da política é fácil… ou seria dos políticos?!
Ops! Fica até difícil saber, diferenciar política de políticos, pois para muitos é a mesma coisa. Política e políticos, são todos iguais. Mas por que estou estranhando isso?! Por que estou criticando? Se os jovens de hoje não gostam de política, é culpa dos políticos. Não temos mas moral e cívica nas escolas, detalhe… não temos quase nem escolas públicas de qualidade, são raras as que temos, dá até para contar nos dedos. Então não tenho que reclamar, o motivo pelo qual os cidadãos de São Paulo, elegeram o Palhaço Tiririca, para Dep. Federal mais votado do pais, e que no Rio de Janeiro, elegeram o garotinho e sua filhinha… O país não tem um povo consciente, pois quando o circo pega fogo somos nós os pobres cidadãos que estamos todos presos como uns animais enjaulados, e os nossos políticos assistindo a tudo comendo algodão doce.
Tivemos a geração Coca-cola década de 70 e 80, depois a Pepsi-cola do final dos anos 80 a 90, agora temos a geração sem gás, basicamente uma geração Dolli guaraná… Aí, aí Brasil!!!
Obs: Comente se possível!
Grata
Essa fonte é do próprio jornal O POVO:
Padre critica panfleto contra Dilma e Tasso reage
Durante a missa em homenagem a São Francisco, o padre que celebrava o ato religioso reclamou do tumulto causado pela presença de José Serra. Ao final, reclamou da distribuição de panfletos contra Dilma, provocando a revolta de Tasso Jereissati
16.10.2010| 22:04
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A visita do presidenciável José Serra (PSDB) a Canindé, durante os festejos em homenagem a São Francisco, terminou em confusão entre o padre que celebrava a missa das 16 horas e tucanos. Entre eles, o senador Tasso Jereissati, que tentou tirar satisfações com o religioso – cujo nome não foi informado pela secretaria paroquial da Basílica – depois que ele, no fim da celebração, reclamou da distribuição de panfletos contra a também candidata à Presidência, Dilma Rousseff (PT).
O material apresentava três motivos para não votar na petista e, segundo o padre, estavam sendo distribuído durante a missa. Assinada pelo Instituto Vida de Responsabilidade Social, e apresentando dois números de CNPJ, ele afirmava, por exemplo, que Dilma é a favor do aborto, envolvida com as Forças Revolucionárias da Colômbia (Farc) e que “nunca na história desse país houve tanta corrupção”.
Com um exemplar do material em mãos, já no fim da celebração, o padre reclamou: “Estão acusando a candidata do PT de várias coisas, afirmando em nome da Igreja. Não é verdade! Isso não é jeito de se fazer política! A Igreja não está autorizando isso”, bradou o padre, provocando os aplausos de fiéis e a revolta de Tasso, que partiu para cima do altar, sendo contido por uma assessora e pela esposa, Renata Jereissati. “O senhor não pode fazer isso”, repetia Tasso. Nesse momento, o padre sumiu do recinto, e não conseguiu mais ser localizado pela imprensa. Ao mesmo tempo, presentes gritavam os nomes tanto de Serra como de Dilma.
Enquanto isso, o candidato do PSDB ao Planalto agia como se nada estivesse acontecendo. Quando a confusão já estava generalizada, Serra continuava com o semblante tranquilo, sentado na primeira fileira do recinto, conversando e tirando fotografias com eleitores.
Pouco depois, saiu escoltado por seguranças e correligionários, sem dar entrevista.
Tasso, por sua vez, não ficou calado, e acusou o sacerdote. “O padre é petista. Tá ali com uma bandeira petista dentro da Igreja. São esses padres que têm causado problema na Igreja”.
Reclamações
Antes, ao longo da celebração, a missa já vinha tumultuada. Depois que Serra chegou e tomou assento, uma multidão de fotógrafos, cinegrafistas e jornalistas o rodeou. O padre reagiu imediatamente. Ele lamentou que, “infelizmente”, nem todos tinham ido à missa com o mesmo objetivo: louvar São Francisco. “Não me refiro a A ou B, mas àqueles que estão conversando e tumultuando. A prioridade aqui é a palavra de Deus. Se você está aqui com outra intenção, assim como você entrou, pode sair”.
Em outro momento, nova reclamação: “Vocês não vieram aqui para ver os políticos. Vocês vieram aqui para ver quem? São Francisco”. Na comunhão, mais reclamações: “Estão atrapalhando com filmagens. Não é assim que se faz política, não. Estão atrapalhando a celebração do começo ao fim. Lamentavelmente isso é uma profanação”, disse.
E-Mais
TUMULTO APÓS A MISSA. A confusão que começou na Igreja terminou do lado de fora. Apoiadores de Serra e Dilma trocaram insultos e provocações, dificultando a entrada de José Serra e demais tucanos na van que os levaria para o local onde estava o helicóptero com destino a Fortaleza. Até briga com bandeiras aconteceu no local.
O NOME DO PADRE. Entre os nomes do padre informados por membros da organização do evento religioso estavam Francisco e João Amilton. Ninguém informou de onde ele é.
PROFISSIONAIS DA MENTIRA. Durante encontro com tucanos, Serra afirmou que está sendo vítima de “profissionais da mentira”. “Se não fosse a minha história, eu estaria abalado. Mas eu tenho uma mola. Quando mais bate, mais eu cresço”.
LÚCIO ALCÂNTARA. Serra também fez referência ao seu mais novo apoiador no Ceará, o ex-governador Lúcio Alcântara (PR), que, no primeiro turno, fez campanha para Dilma Rousseff (PT). Segundo o tucano, Lúcio foi seu colega durante a Constituinte de 1988 na Câmara dos Deputados e também durante sua passagem pelo Senado. “Devo a ele um dos principais avanços na área da Saúde, que é o Sistema Nacional de Transplantes”. Antes, o ex-governador havia afirmado que o tucano representa um “novo compromisso com o futuro do Brasil”.
MÃO SANTA. O senador não-reeleito Mão-Santa (PI) também esteve no encontro tucano, e atacou o PT. Disse que a vitória de Serra irá ajudar a “enterrar a bandeira do PT, e tudo que ela representa, como a corrupção”.
CURRAL. Já Tasso atacou Dilma. “É bom lembrar uma frase dela, dizendo que nós brasileiros precisamos ajudar o Nordeste. Como se o Nordeste fosse uma porcaria à parte”. E disse que ela não visitou o Ceará porque pensa se tratar de curral eleitoral, onde votos estão garantidos.
O PANFLETO. Imagem do polêmico panfleto.
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MARINA COVAS QUERIA ELEGER FERNANDO SERRA
Raimundo Wilson S. D. Morais (*)
Já vi esse filme. E dele me lembro como se o visse agora. Nas eleições para presidente, em 1989, foram para o segundo turno Lula, uma esperança da esquerda, e Fernando Collor, o representante da direita mais podre que dirigiu este país.
Logo após a divulgação dos resultados, Leonel Brizola, um dos concorrentes, declarou seu apoio incondicional a Lula. Devo dizer que nunca tive grande simpatia por Brizola, mas, a partir daí, passei a vê-lo com muito respeito. Brizola sabia muito bem onde estava o inimigo, e não havia tempo a perder, discutindo o sexo dos anjos.
Minha admiração por Mário Covas acabou naquelas eleições. Anunciado o resultado do primeiro turno, Covas levou duas semanas sem dizer a quem daria o seu apoio. Cheguei à conclusão de que tal atitude poderia estar relacionada ao fato de que, em política, nem sempre vale a razão, mas a paixão. Poder, cargos, fama, vitória, dinheiro, vaidade, tudo conta. Covas era favorito, mas quem entrou foi Lula.
Para milhões de eleitores que o tinham na mais alta conta, a indefinição de Covas significava não haver diferença entre Collor e Lula. Nasceu a expressão “em cima do muro”, que passaria a identificar o comportamento tucano por muitos anos, legítima herança do PMDB.
O resultado da brincadeira a História registrou. Tivesse Covas feito o mesmo que Brizola, muitos sofrimentos nos seriam poupados. Muitos anos depois, Covas entregou o patrimônio do estado de São Paulo, que ele governava, nas mãos da sanha privatista do governo Fernando Henrique. Naquela ocasião, Covas era o único líder respeitado, capaz de se opor à destruição geral. A doença que o acometeu talvez o tenha debilitado demais, para fazer enfrentamentos.
Vinte anos depois, o filme é remasterizado. Uma fundadora do PT acredita que a defesa do meio ambiente passa por um partido pequeno que se alia à direita podre, a mesma que assassinou Chico Mendes. Tudo se esquece. Em 2010, os tucanos, aliados dos demos, chegaram ao segundo turno. Perderam em todos os estados miseráveis do Brasil, mas venceram nos redutos da oligarquia. Tal como era de se esperar.
O que não se esperava era que a defensora dos seringueiros do Acre tivesse a votação estrondosa que teve. E muito menos que ficasse na dúvida sobre quem defenderá melhor os miseráveis deste país. Por que será que ela fez isso? Vingança, talvez, por ter sido demitida por Dilma? Que foi injusto, foi, mas entregar tudo nas mãos dos herdeiros de Fernando Henrique é ir longe demais.
Nos anos 1980, quando a direita viu o perigo em Tancredo Neves, o PMDB nomeou o fiel escudeiro da ditadura, chamado Zé Sarney, como seu vice. Deu no que deu. Passados 25 anos, o PMDB escolheu Michel Sarney, o vice de Dilma. E não acredito que Marina Covas deseje a eleição de Fernando Serra. Rezemos, Marina, e esqueçamos o passado, perdoando os que nos ofenderam. O perigo é real, mesmo que o outro Zé não seja eleito. Dilma corre perigo, e o Brasil é maior que nós.
(*) O autor cursou Economia e Ciências Sociais na Universidade de São Paulo (graduação e licenciatura plena em Sociologia).
Folha censura blog idependente
O jornal *Folha de S. Paulo* obteve junto à Justiça a censura do sítio *Falha de S. Paulo*. Há duas semanas no ar, o *Falha*, administrado pelos irmãos Lino e Mario Ito Bocchin, satirizava a cobertura jornalística do diário comandado pela *famiglia* Frias. Em seu comunicado oficial (*leia acima ou clique no link abaixo*), o agora *Censuradora de S. Paulo* argumenta que o sítio fazia críticas “tão duras quanto as feitas pelo CQC, Casseta&Planeta ou José Simão, por exemplo” e que “é chocante a hipocrisia da *Folha*. Se isso não é censura e um atentado inaceitável à liberdade de expressão, juro que não sabemos o que é”.O Limpinho & Cheiroso se solidariza aos colegas blogueiros Lino e Mario Ito Bocchin. http://www.falhadespaulo.com.br/
Com a declaração do Estadão apoiando a candidatura do Serra, oficializando o que todos já sabiam, observa-se uma luz no final túnel. O que vem iluminando esse túnel é a Internet. E daí que o Estadão apóia o Serra? Afinal, são somente 215 mil exemplares os quais, 14% do jornal acabam encalhados e mesmo assim, nem todos que lêem esse jornal, concordam com os seus editoriais. Pegando os dezesseis jornais de grande porte no país, pouco mais de 2,5 milhões de exemplares são impresso aos domingos, dia de maior tiragem. Por outro lado, o acesso a Internet chega a 67,5 milhões de internautas, ou seja; o Brasil é o 5º país com o maior número de conexões à Internet. Junto a esses números vem também uma forte produção de conteúdos, que não passa somente pelos grandes veículos das mídias tradicionais ou por grupos privados, mas por grupos independentes, ONGs, sindicatos, movimentos sociais e por pessoas anônimas, que aproveitando da liberdade virtual, expressam na mesma velocidade, as informações excluídas desses grupos coorporativos. É mais fácil o neguinho da favela, ou o seu Raimundo lá da roça ficar por dentro da política pelas redes sociais da Internet, do que pelas páginas impressas. Neste aspecto, os jornalões são totalmente elitistas. Se antes os paladinos das informações falavam para poucos e se satisfaziam com isso, desprezando as camadas menos favorecidas da sociedade, a Internet faz o oposto, dialoga democraticamente com todos. O acesso à informação dirigida à classe C, considerada hoje como média, está sendo possível com o forte crescimento da economia do governo Lula. Uns dos maiores sonhos de consumo desta é ter um computador em casa, com isso eleva-se a sua capacidade de gerar conhecimentos e ela se prepara contra as armadilhas da elite rançosa, que tem como porta voz essa mesma imprensa que oprimem as suas gerações. Enfim, ter acesso a conteúdos que destina os rumos de uma nação, não é só privilégio dos bens nascidos, o que observamos hoje é uma planificação destas informações chegando a populações que foram alijadas deste processo, mas que tem no voto e na Internet, as armas contra o golpe que essa imprensa tenta a todo custo, atentar contra a democracia.
Neoliberalismo, o mal utilizado para justificar o mal maior
Wilson A Ramos
A ética do lucro, da mais valia, vigente e globalizada no modelo neoliberal em que o mercado coordena a economia e condena qualquer ação econômica do Estado, é caracterizadamente de natureza capitalista selvagem. Capaz enquanto não se apresenta uma crise, como as várias crises econômicas no plano internacional que faliram o país entre 1995 e 2002 ou a grande crise de 2008, quando somente os países em que os Estados tinham melhores condições de intervenção na economia, através de mecanismos de incentivos à produção, consumo e manutenção de renda foram capazes de atravessar sem grandes prejuízos, o Brasil servindo como exemplo para nosso orgulho e salvação dos efeitos danosos da crise. Países historicamente disseminadores do capitalismo de mercado fizeram grandes intervenções de Estado na economia, o que sepultou o ideal neoliberal de um Estado mínimo.
“Vimos nos últimos anos, no cenário mundial, precisamente na América Latina, a conturbação do sistema político por forças externas que não querem a soberania, nem a nacionalização dos países desse continente. Querem governos que defendam os interesses externos e não de seu povo, e com isso, torná-los eternamente dependentes do capital estrangeiro.
Em nosso País, houve uma onda de entreguismo que tem como sinonímia: globalização e neoliberalismo. Nos 8 (oito) anos de ´governo´ de FHC, houve a privatização de empresas públicas e operantes, tipo Vale do Rio Doce, de sistemas público-estratégicos como a telefonia e sistema elétrico, com a desculpa de que o Estado teria que ter responsabilidades com outros setores. ´Foram na onda´ da globalização.”[1].
“Iniciadas no governo do presidente Fernando Collor (1990-1992) e levadas adiante por Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), as políticas neoliberais pressupõem uma interferência mínima do Estado no mercado. A década de 1990 foi marcada por privatizações de estatais brasileiras, e por sucessivas crises econômicas no plano internacional que forçaram o governo a recorrer a empréstimos do Fundo Monetário Internacional (FMI) para evitar a quebra do País.”[2].
O neoliberalismo do governo FHC, manteve o pais estagnado por 8 (oito) anos por conta de um grave engano, optou por postergar o desenvolvimento para manter a estabilidade, o que se configurou como uma opção desastrosa. Haja vista, como se descobriu nos 8 (oito) anos seguintes, não é a estabilidade que trás desenvolvimento e sim, o desenvolvimento é que trás a estabilidade.
Sempre se utilizam de muitas desculpas, algumas com motivos aceitáveis para disfarçar, como na época foi muito utilizada a desculpa de que os recursos da privatização seriam utilizados para pagamento da dívida, infelizmente algo muito estranho aconteceu, a dívida ao final do governo era maior e o país estava espoliado e subjugado ao FMI.
Sem contar reformas que atingiram somente o povão, como a reforma da previdência, mesmo que necessária, implementada somente para participantes do regime geral, que já tinham benefícios limitados a valores baixos e destinado a trabalhadores de baixa renda, com retirada de direitos adquiridos que passaram a chamar de expectativa de direito. E que hoje os próprios implantadores da reforma classificam como a maior injustiça e crueldade já praticada contra os trabalhadores na aposentadoria, o fator previdenciário. Se era verdadeira a desculpa de saneamento do déficit da previdência, por que FHC nem tentou fazer a reforma da previdência do generoso regime (especial) próprio dos servidores públicos, muito mais necessária e urgente? Seguramente porque atingiria uma parcela importante de componentes da elite, de altas aposentodorias, a quem devem ser dedicadas todas as ações e benefícios do governo, pois afinal acreditam serem os donos do país.
“E se José Serra tivesse sido eleito em 2002, o que teria acontecido? Privatização da água, Petrobras, Banco do Brasil, CEF e Banco do Nordeste? O que mais poderia ter acontecido?”[3].
Talvez a privatização total da saúde, educação, previdência, como ocorreu em outros países. Ou mudariam de política, sem terem uma referência de como pode ser um governo para todos e não somente para os ‘donos’ do país.
“De acordo com Amado Luiz Cervo, professor de História da Universidade de Brasília (UnB) e do Instituto Rio Branco e autor de “História da Política Exterior do Brasil”, o retorno a um “desenvolvimento mais autônomo e apoiado em insumos internos” ocorreu por causa da experiência neoliberal dos anos 1990. Segundo Cervo, essa política teve “efeitos desastrosos”.”[4].
O retorno ao nacionalismo desenvolvimentista da era Vargas (1930-1945), com desenvolvimento industrial interno e um Estado mais forte, são as principais características dessa política em oposição ao neoliberalismo. Com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, esse desenvolvimento foi alcançado, combinado com uma forte política de desenvolvimento social com o intuito de reduzir as disparidades socioeconômicas regionais e ascensão das classes mais pobres, o que aliás também é um novo paradigma, haja vista que sempre se propagou que somente com o desenvolvimento é que se poderia fazer política social, quando se dizia que era preciso “fazer crescer o bolo para repartir”, agora descobre-se que, nesse caso, repartir o bolo enquanto cresce pode acelerar seu crescimento e melhora o seu sabor.
[1] VASCONCELOS FILHO, Juarez Cruz de. A. Latina, Lula e companheiros. Disponível em: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=307941. Acessado em: 12.09.2010.
[2] Serpone, Fernando. especial para o iG. Governo Lula retoma desenvolvimentismo da Era Vargas. Disponível em: http://www.rockapneia.com.br/novo/ver-noticia.asp?id=1048789. Acessado em: 12.09.2010
[3] VASCONCELOS FILHO, Juarez Cruz de. A. Latina, Lula e companheiros. Disponível em: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=307941. Acessado em: 12.09.2010.
[4] Cervo, Luiz Amado. Apud. Serpone, Fernando. especial para o iG. Governo Lula retoma desenvolvimentismo da Era Vargas. Disponível em: http://www.rockapneia.com.br/novo/ver-noticia.asp?id=1048789. Acessado em: 12.09.2010.
Claudio Abramo na Globo News : Blogs não produzem informação
Neste final de tarde, a Globo News trouxe a baila o tema “A imprensa e as eleições – as criticas do presidente a jornais e revistas”, no programa Entre Aspas, com Monica Valdwogen.
Infelizemente não pude acompanhar o programa desde o início, mas do pouco que vi e ouvi, ficou claro a intenção de atacar o presidente pelas suas últimas declarações sob o papel irresponsável de Folha, Veja etc.
Como de hábito a direitista apresentadora do programa, velha conhecida de todos pela defesa intransigente dos interesses de seus patrões, procurou se superar na abordagem do tema.
O convidado Claudio Abramo, diretor da Transparência Brasil, se somou com ela nas críticas e nos temores de que Lula ao atacar desnecessáriamente a mídia possa gerar um clima de confronto no país. O outro convidado, o jornalista e professor Eugenio Bucci foi o contraponto causando espanto ao afirmar que não vê “riscos” a liberdade de imprensa. Não era isso que Monica queria ouvir.
Mesmo discordando de Lula, Eugenio fez críticas ao desempenho nem sempre digno e profissional de alguns veículos. Mais uma vez não era isso que Monica queria ouvir. A convocação dos partidos políticos e das centrais sindicais para ato público no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, foi abordada além do manifesto dos intelectuais direitistas como Ferreira Gullar.
Ridículo foi o ataque desferido por Claudio Abramo ao afirmar que os blogs não produzem informações. Segundo ele , informação é produto exclusivo dos convencionais meios de comunicação como revistas, jornais e TV. Não preciso dizer mais nada. A direita acusou o golpe.
http://easonfn.wordpress.com
Cuidado, se for barrado na rua, por uma mocinha princesinha, com cara angelical e sorridente, falando se aceitaria fazer um questionário para a DataFolha e o IBOPE é golpe. Eles vão a campo medir o impacto das denúncias que pesam contra a Casa Civil nas intenções de voto do eleitor para presidente. A ex-oposição, representada pelo Zé Mané Serra, tem utilizado essas denúncias no horário eleitoral gratuito e em entrevistas numa tentativa de vincular a candidata do PT aos episódios. Esses canais de pesquisa querem saber se o entrevistado teve conhecimento da demissão da ministra e do suposto caso de tráfico de influência. Em seguida, a DataFolha e o IBOPE vão perguntar se as acusações são verdadeiras ou não, além de tentar saber qual candidato está agindo melhor diante das denúncias e se o eleitor mudou o voto com base no caso. Pois bem, o que se verifica é um… “forçar a barra” para induzir o eleitor para que esse responda através deste método analítico, que as acusações são graves e assim respondendo, vem a pergunta derradeira. – Você sabia do suposto tráfico de influência na Casa Civil envolvendo a Erenice, o Lula ou Dilma? Se a resposta for sim, vem o golpe fatal. – Você votaria na Dilma assim mesmo? Serão 12.130 pessoas ouvidas e talvez seja essa o grande indicativo que a ex-oposição terá para deflagrar a sua última baixaria, dias antes da eleição, para tentar estabilizar a campanha da Dilma. A questão é: não teremos as famosas vuvunzelas nas ruas, mas o buzinado será geral no dia 3 de outubro quando o povo responder para esses mesmo canais de pesquisas, que a sua candidata já venceu as eleições.
Quando a bossa nova surgiu, lá pelos anos 50, Grande Otelo já cantava há tempos “Querem acabar com a praça 11…”. O movimento pequeno burguês da classe média carioca tirava dos morros o samba preto e pobre de um batuqueiro e travestia com um samba esquema só para poucos que freqüentavam um pequeno boteco no Beco das Garrafas em Copacabana. Os velhos e bons ritmistas dos morros assistiam de longe, o piano substituir o tamborim e o rabecão (baixo acústico) jogar para escanteio o surdão de marcação. Hoje,bom samba voltou a fazer sucessos nos bares da velha Lapa. Houve, naquela época um fato celebre quando o baterista do Zimbo Trio não pode tocar numa casa badala na época e alguém indicou o Robertinho Silva para substituí-lo. Esse preto, pobre e talentoso foi barrado pelo evento pela suas condições sociais e étnica. Hoje, o pagode é o gosto das camadas mais baixas da sociedade e a bossa nova continua a ser o ritmo da vanguarda elitista brasileira. Não generalizamos, há ricos que gostam de pagodes e há pobres que arranham no violão um “Chega de Saudade. Assim como a bossa nova tirou do samba o tamborim e o surdo, a imprensa constituída pelas Organizações Globo e SBT, Folha de São Paulo, o Estadão, a Revista Veja e o Época, para não citar as demais, estão tirando da sociedade o direito de pogodear, é proibido tocar tamborim e agogô. Com a exploração dessa falsa mídia, travestida de imparcialidade, mas sendo utra parcial a favor dos partidos da coligação DEM-PSDB, mostra claramente o que está por traz das incansáveis denúncias que estão a fazer contra a candidatura Dilma-PT. Eu, sendo um velho campineiro de guerra, não poderia deixar de observar no Jornal Nacional, do dia 16 de outubro, os olhos dos empresários daqui da terrinha quando esses davam entrevistas para a emissora do Serra. Dizem que os olhos são o espelho da alma e o que observei é que os seus olhos revelavam que aquela matéria fora requentada. Eles (os empresários) campineiros) pareciam que falavam com um texto pronto nas mãos, as meninas nas suas pálpebras desapareciam quando respondiam ao reporte as suas versões para os fatos, justo esses que são homens de negócio condenados pela Justiça por violar a ordem pública comercial e cívil. Imaginamos a Dilma apresentar a imprensa uma pessoa com esse mesmo perfil? Casos conflitantes ocorridos no Governo têm que ser averiguado e sanados nas esferas da Polícia Federal, Ministério Público e se for o caso no TSE. Os senadores e os congressistas têm que exercer os seus poderes de vigilantes da sociedade e mandar apurar essa ou aquela denúncia. Bom, sabemos que o buraco é mais embaixo. O senado e o congresso não atuam assim e nem a impressa está preocupada com a ética e a democracia da informação. Não basta fazer um exercício de um Cirque du Soleil para perceber o golpe da imprensa sobre os partidos de esquerda. Ela atenta contra tudo e todos que ferem os seus interesses. Ela se diz imparcial em nome da liberdade de expressão, mas não aprofunda nos casos em que estão envolvidos os seus atores. A filha do Serra, em conjunto com o Daniel Dantas bisbilhotaram mais 60 milhões CPF, a Yeda Cruz (governadora do RS-PSDB) mandou um sargento do seu palácio investigar os dados bancários do Tarso Gero e do Pain, ambos do PT e mesmo com a sua prisão, a imprensa só o tratou como um caso genérico, assim como manda tratar o Serra sobre esses assuntos. Um dos candidatos da coligação DEM-PSDD, tem ligações com uma facção criminosa em São Paulo, justo essa facção que aterrorizou os estado e deixou os tucanos amordaçados perante a sociedade. Que imprensa é essa que só tem apenas um discurso a favor dos interesses das dondocas paulistanas do Jardins e Higienópolis? Que imprensa é essa que vomita para os religiosos que a Dilma vai matar criancinhas pela orientação do aborto, sendo que o Serra, na época de ministério, foi o único dos candidatos que assinou essa orientação? Qual é o medo da imprensa em relação às políticas públicas de emprego, saúde, habitação, cultura e geração de renda para as camadas mais baixas da sociedade? O medo é a CONFECOM – Conferência Nacional de Comunicação. O próximo presidente terá que sancionar as diretrizes da sociedade civil em relação a esse tema. A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT) e a Associação Nacional dos Jornais (ANJ) não querem sentar a mesa junto com os novos proponentes desse filão. São ONGs, Pontos de Cultura, Rádios e TV Comunitárias e a Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço) que farão pressão para repartir as concessões de um filão de 96% de verbas vindo do governo e dos patrocinadores. Quando a ABERT e a ANJ se unem em torno do Serra é para desqualificar os avanços da sociedade civil em áreas dominadas pela elite tradicional. Está cada vez mais difícil para esses setores manipularem as eleições via imprensa e nos churrascos de um candidato caô caô. Ricos e pobres não votam por ideologia, mas sim por continuidades e assim a Dilma sobe nas pesquisas independentemente dos ataques da imprensa. Como num samba gerado na periferia, ela vai dando o tom dessa eleição, deixando claro que pagode não é bossa nova e que só de bossa nova não se faz uma nação.
Relembrando fatos recentes, da década de setenta, quando a ditadura militar promovia os seus órgãos combatentes contra a onda vermelha, muitos foram os casos de prisões, torturas, assassinatos e patrulhamento ideológico sobre a massa que se dividia entre liberdade ou paternalismo diante chauvinismo americano. Os agentes repressores daqueles que usavam boinas a lá Che Guevara, lotados em diversos centros de controles policiais, foram os responsáveis para transmitir o medo e a certeza de que um dia este ou aquele cidadão poderia passar ou desaparecer no interior destes centros. Esses eram aqueles que faziam o trabalho sujo, iam às massas, desciam os cassetetes, prendiam, intimidavam e tolhiam o cidadão de qualquer liberdade de expressão. Vieram fatos novos, a bomba que explodira no colo do sargento do exercito antes dele promover o atentado contra o show do Chico no Maracanãzinho, a greve dos metalúrgicos liderado pelo Lula, as Diretas Já, a morte de Tancredo, a Constituinte do Ulisses, eleições populares, queda do Collor, o Real e o primeiro homem do povo como presidente do Brasil. O papel da impressa nesta história toda foi “ame ou deixe”, isto é: ou ela apoiava o regime anti-democrático, ou ela sofria as conseqüências explosivas nas suas redações . E foram muitos antenados. Aquelas que foram fieis reprodutoras da onda anti-vermelha cresceram enquanto órgãos coorporativos, levando gordas concessões de canais de TV, rádio e a manutenção da sua ordem pública em favor das elites tradicionais. Hoje, em épocas de comunicação digital, não existe mais aquele agente repressor com cara de mau, que batia e matavam em nome da Marcha da Família com Deus pela Liberdade. Hoje, os novos repressores das massas usam as redações de jornais, são âncoras de telejornais e fazem acessórias de comunicações nos partidos da utra direita. Tida com o paladino da liberdade de expressão, boa parte da grande mídia hoje atenta contra essa mesma liberdade, promovendo um patrulhamento ideológico contra a democracia da imparcialidade e institui na sociedade, o medo de sermos brasileiros plenos de consciência progressiva.
FACTÓIDE VERGONHOSO
Armação não ganha eleição. É arma de marqueteiro incompetente (e estratagema de político menor – cujo lugar na história se apequena na proporção do estardalhaço com que tenta se vender fraudulentamente. No caso, como vítima – de uma artimanha flagrantemente armada em autobenefício: um sofisma (a construção de um raciocínio falso para induzir em erro – por meio de um argumento fraudulento).
Era previsível que apareceriam com algo dessa natureza – é sua praxe. Essa vergonhosa fraude com que o PSDB (e seu candidato) ora tenta enganar a opinião pública, além de sofisma recorrente, é uma fajuta tática de marketing de guerra rasteiro: infiltram (ou exploram) mercenários no partido (ou na campanha) alvo – todo grupamento tem insatisfeitos, arrivistas, oportunistas e traidores – para cometerem crimes e irregularidades, a que dão sua versão (distorcida), ou, redirecionam erros e/ou crimes de terceiros, supostamente relacionados com o adversário, de modo a incriminá-lo – para lhe desconstruir a imagem. E, claro, colocando no poderoso papel de vítima seu beneficiário… (A vítima é inatacável: conquista automaticamente a solidariedade e a piedade do senso comum. É praticamente canonizada em vida…). É uma manipulação maniqueísta típica: o bem (a vítima) é automaticamente colocado de um lado e o mal (o vilão) do outro – a vítima só tem razão, o vilão só tem culpa. Funciona – como ficção para infantilistas. A realidade, felizmente, tem coloridos e matizes – não é esse preto e branco simplório e tendencioso… Está visível e sofrível a forçada de barra…
O caso é grave! Por que só agora (num momento estratégico da campanha eleitoral – e após tantos meses do ocorrido) fazem a denúncia? E as demais violações? Só contam as que beneficiam eleitoralmente ao candidato? E a situação, é burra?
Estando tão à frente nas pesquisas, GANHANDO NO PRIMEIRO TURNO, é óbvio que Dilma (nem o PT) jamais daria, de bandeja, essa vitrine ao adversário! Se há motivação política nesse episódio é da parte de quem o explora em autobenefício…
O PSDB (e seu candidato) está se mostrando um partido asqueroso, baixo – cujo futuro é o lixo da história. Por representar uma elite fossilizada e preconceituosa (que fala bonito, mas faz feio), não soube governar, não sabe fazer oposição, não sabe ganhar eleição (por não ser alternativa confiável) e não sabe perder. Quer ganhar na fraude, enganando o eleitor: continua achando que o povo é idiota – por isso só perde…
É revoltante! Por não ter carisma, o que mostrar para convencer o eleitor, tenta empurrar goela abaixo do eleitorado um factóide desse nível de desonestidade – envolvendo a própria filha numa maracutaia de tão baixo calibre… Apelou abaixo do mais elementar nível de dignidade… Lastimável!
Tudo isso só mostra que, pode até ter preparo, mas não é confiável!
Serra suja sua biografia – submetida assim, de forma calamitosa, a estratagema tão indigno. Jogou baixo – na sujeira, e alto – no risco… A (des) cartada vai sair pela culatra – na resposta das urnas. E ficar como mancha vergonhosa na sua história…
Já fui seu eleitor (fiz campanha para ele). Há muito, como muitos dos seus antigos eleitores mais conscientes, fui percebendo o monstro dentro do mito: a sede cega de poder… – e migrando para alternativas mais confiáveis de estilo político. Muito me decepciona e frustra ver tão vergonhoso e triste fim para uma carreira tão brilhante (ao que parece, em jogadas desonestas, segundo sua fama nos bastidores do jogo sujo do poder, alardeada por quem teve a desventura de tê-lo como adversário – e, como se vê, confirmada por factóides dessa baixeza…). Serra não faz oposição, faz guerra…
Encerra, Serra… Com um mínimo de dignidade! Já que não sabe ganhar, saiba perder. Perder uma eleição é normal. Perder a dignidade… É deprimente…
PARRAL
(escritor)
parralverde@gmail.com
Nobre Deputado!
O Sr. Serra diz ter experiencia e que o Brasil precisa ser administrato por alguem que tem experiencia. Pois bem, analisando sua fala confesso que “passei a acreditar no nobre ex-governador”. Vamos eleger Dilma no primeiro turno pois ela tem experiência de: + empregos; + moradias dignas; + escolas técnicas; + estudantes pobres nas universidades; + ….etc..
E qual a experiencia do Serra? Privatização; Pedágios + caros do mundo; Piores salarios do Brasil em S.P – professores e policiais; Perseguição a Jornalistas; desemprego; submissão aos EEUU; + ….etc.
Fica ai minha pequena contribuição para ser colocada para a opinião publica analisar.
Abraços
A. Carlos – SP.
Senhor Deputado! O que V. Exa. acha de um militar ficar 20 anos na mesma gaduação a espera de uma promoção? O que V. Exa. acha de um militar ficar 30 anos no serviço ativo, e ter apenas 3 promoções, de soldado até 3º sargento, receber nesta mesma condição outros militares em suas mãos, doutrina-los, e vê-los seguir a carreira até Suboficial, enquanto ele que ajudou a doutrinar-los só chega até 3º sargento? Pois é senhor deputado! essa é a realidade de nossos cabos e sargentos do quadro especial da Força Aérea Brasileira. Não sei se V.Exa. lerá esta mensagem, mas como sou seu fã, assim como era de seu avô, resolvi enviá-la. Se possível! faça uma explanação sobre isso no plenário da câmara. se quizer saber mais sobre essa vergonha acesse http://www.qesaparasempre. Um
Grande abraço e eu como eleitor do RJ lhe darei o meu voto!
Veja só isso Brizola.
Agência Brasil
Publicação: 25/06/2010 22:07
O Ministério Público Eleitoral (MPE) entrou hoje (25) com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o PDT e o ministro do Trabalho, Carlos Lupi. Na ação, o MPE acusa o partido e o ministro de fazerem propaganda antecipada para a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff.
O MPE alega que o conteúdo de quatro inserções veiculadas pelo partido no dia 23 de março em cadeia nacional de rádio e TV difundiu mensagem de conteúdo eleitoral em favor de Dilma. “Tal referência mostra-se não só totalmente desvinculada do programa partidário do PDT, ao qual não pertence a candidata à Presidência da República, como não observou os objetivos contemplados no Artigo 45 da Lei dos Partidos Políticos (Lei 9096/95)”.
De acordo com o artigo citado na ação, a propaganda política partidária é destinada à divulgação de programas e de ações do partido. A não obediência a esse artigo implica em desvirtuamento de finalidade. A propaganda eleitoral, com citação de candidatos, só é permitida após o dia 5 de julho, data limite para o registro de candidaturas. A propaganda eleitoral em rádio e TV começa no dia 17 de agosto.
A representação pede multa de R$ 25 mil, o máximo permitido por lei, tanto ao partido quanto ao ministro Carlos Lupi. Também solicita a cassação do direito de transmissão de inserções de propaganda do PDT no primeiro semestre de 2011. O relator do caso é o ministro Aldir Passarinho Junior.
Como entrar em contato para enviar notícias importantes?
Olhe esta:
http://blogdofavre.ig.com.br/2010/06/governo-serra-goldman-cumpriu-so-14-de-30-metas-para-o-transporte/
Lendo este comentário,sobre popularidade e distrybuição de renda,Eu tenho que estabelecer um dialogo intrapessoal e,já vou me perguntar,quem esta pagando toda esta festa?,os ricos estão cada vez mais ricos,os aposentados e os que recebem um salario médio, estão cada vez mais achatados em seus vencimentos.não sei, qual é o extrato social e ou cultural, que o interlocutor anterior dipõe,tenho certeza que o sistema financeiro deste pais e, todos os demais rentistas, estão em clima de festa permanente,então qual é a gordura desta ordem sistêmica e vigente,somos nós os médios,médios.
Envio texto publicado no blog Palavras Diversas – confiram!
Qual o significado do (sucesso do) governo Lula?
O que é Lula enfim? O que significa o sucesso do seu governo?
Como um presidente que não goza da simpatia de setores importantes da imprensa nacional, alcança ao fim de um mandato de oito anos expressivos índices de popularidade?
Todo tipo de análise é feita diariamente em jornais, tv, rádio, portais de internet, discursos políticos, da oposição e da situação, mas nada, creio eu, na minha parca capacidade de compreender tal fenômeno visto de tão perto, pode sublinhar, destacar, expressar, explicar, sem um viés político: contrário ou favorável.
Aposto na mudança de paradigmas de seu governo, naquilo que o sustenta: o respaldo popular! O tratamento dispensado àqueles que mais necessitam do Estado brasileiro, aponta, em parte de onde vem tanta popularidade.
Mas quero crer mais!
Creio no simbolismo de seu sucesso no inconsciente coletivo de um povo tão sofrido, que se identifica com sua liderança e o respeita como tal, como um deles.
Lula é o símbolo de que o povo é capaz de ascender e alcançar um país melhor, com justiça social. O povo parece crer nisso no seu dia-a-dia, na quitação do carnê da geladeira nova, da casa própria, na poupança sagrada de quem sonha dias melhores. Isso não é pouco na vida das pessoas! Porque o seu fracasso, se viesse, significaria, por muitas gerações, a vitória do discurso das elites brasileiras de que o povo precisa ser dirigido pelos “do andar de cima”, por aqueles que “entendem a realidade” brasileira e sempre governaram para “mudá-la”, que este “tal de Lula” veio interromper décadas de desenvolvimento social “alcançado” com suas idéias “comunistas”. Sua derrota seria um “balde de água fria” na alma do povo brasileiro, significaria, além de tudo, a derrota do próprio povo brasileiro.
Quando as coisas vão mal o governo é o alvo da reclamação, da lamúria, de ricos e pobres, mas quando as coisas vão bem, é o governo também o seu alvo de reconhecimento, pelo menos por parte dos mais pobres que acreditam na mudança em suas vidas. Some-se a isso uma figura carismática, liderança nata, que, mesmo sem o ensino formal, é capaz de “pôr no bolso” qualquer doutor, em qualquer debate político/econômico/social.
Lula não é um santo, nem se deve pintá-lo dessa forma, mas é o personagem quem conduz e, habilmente, supera obstáculos para transpor a realidade perversa desse país, mesmo que ainda haja muito o que fazer.
O governo Lula errou em muitas situações, escolhas políticas equivocadas, por exemplo, mas que a história se encarregará de apontar tais erros em seus pormenores científicos. Creio que tais equívocos, muitas vezes, foram cometidos na busca precipitada do equilíbrio político, representado pela governabilidade legitimada na maioria do parlamento, aprovando matérias de interesse do Executivo, barganhadas, miseravelmente, por aliados oportunistas e de última hora. Aqueles mesmos que Lula e o PT tiveram que combater para chegar ao poder em 2002, e que alguns se misturaram e cometeram práticas nefastas, condenadas pelo partido e seu capital moral construído ao longo de mais de vinte anos. Erros também históricos, assim como não enfrentar os fantasmas do passado, punir os responsáveis pelos excessos cometidos na ditadura. Faltou ir até os “porões da república” e fazer a faxina. O preço que os “aliados de última hora” e oportunistas de sempre apresentaram na “fatura”.
Os acertos? Ah os acertos, estão aí a olhos nus, na política social vitoriosa e reconhecida internacionalmente como o maior programa de transferência de renda do mundo, no maior conjunto de investimento do Estado brasileiro das últimas décadas, na política externa independente e ativa, no crescimento com distribuição de renda, nos sólidos pilares da economia, que suportou o turbilhão da maior crise econômica desde 1929, como se fosse apenas uma “marolinha”, nos investimentos que possibilitaram tornar realidade as descobertas históricas do pré-sal, na criação de dezenas de universidade e escolas técnicas, na criação recorde de mais de 12 milhões de empregos com carteira assinada, e tantos outros números expressivos…
O que é Lula enfim?
Qual é a sua corrente de comunicação que alcança as pessoas comuns diretamente, sem os “intermediários” da imprensa? A linguagem simples de Lula, que o faz ser identificado por aqueles que emprestam sua atenção a ele, ao mesmo tempo também o torna desprezado por uma parte conservadora da sociedade que não aceita a sua “ritual simplicidade” na condução de um cargo, tradicionalmente, ocupado por representantes de famílias tradicionais, pelas elites desse país. Sorte que o povo é maioria e parece consenso seu juízo sobre esse governo.
A história se encarregará também de decifrá-lo, longe das manchetes políticas de jornais, rádios, TV’S e portais da internet, que buscam arranhá-lo, desconstruí-lo, em que parte considerável da imprensa, que se confunde entre órgão de informação social e partido político de oposição, sistematicamente faz diariamanente. Mas que, para o infortúnio desses agentes da mídia, testemunham o crescimento popular radical de um presidente sem apoio da imprensa, desprezado por setores raivosos da classe média, mas alavancado pelo reconhecimento espetacular do povo brasileiro e de organismos e personalidades internacionais.
É pouco isso?
Sou movido a escrever tão superficial texto, pelo testemunho de ter vivido períodos inteiros, na recente história brasileira, sem horizontes, e por acreditar que o bom momento do país de hoje, é também o meu, de minha família e de muitos amigos, e está, mesmo que incompreendido em sua essência, transformando socialmente esta terra, porque é uma conquista da sociedade, em sua esmagadora maioria, que legitima e fortalece as políticas públicas do governo Lula, eu sou parte dessa mudança, é capital meu também! A Transformação tem sido contínua, mas creio e espero, que se aprofunde, corrija mazelas enraizadas, seculares, que o mais otimista dos otimistas crê que possa acontecer durante sua existência. Ao menos superando as injustiças e perversidades sociais para níveis insignificantes, perseverando conquistas que necessitam o povo brasileiro alcançar.
Sou exemplo dessa mudança, da mobilidade social desses novos tempos, tais como tantos outros exemplos pessoais que vi acontecer.
Esses oito anos abriram as portas para o entendimento do contraditório e dos caminhos incontestáveis de independência nacional, apesar daqueles que fazem pouco caso disso, ou por interesses contrariados, ou por incompreensão do fenômeno social ainda tão aproximado. Quero crer que o papel do governo Lula seja o significado definitivo de que o povo brasileiro é capaz e sábio em seu juízo e suas escolhas, sem necessitar de “tutelas superiores”, que é capaz, além do mais, de ser fiador da esperança de um futuro mais próspero, garantidor de que as mudanças podem ocorrer, quando necessárias à melhor qualidade de vida da maioria.
Em resposta a esta indagação,leiam essa pérola:
A mídia comercial em guerra contra Lula e Dilma
O que está ocorrendo já não é um enfrentamento de idéias e de interpretações e o uso legítimo da liberdade da imprensa. Está havendo um abuso da liberdade de imprensa que, na previsão de uma derrota eleitoral, decidiu mover uma guerra acirrada contra o Presidente Lula e a candidata Dilma Rousseff. Nessa guerra vale tudo: o factóide, a ocultação de fatos, a distorção e a mentira direta. Precisamos dar o nome a esta mídia comercial. São famílias que, quando vêem seus interesses comerciais e ideológicos contrariados, se comportam como “famiglia” mafiosa.
O artigo é de Leonardo Boff.
Leonardo Boff
Sou profundamente pela liberdade de expressão em nome da qual fui punido com o “silêncio obsequioso”pelas autoridades do Vaticano. Sob risco de ser preso e torturado, ajudei a editora Vozes a publicar corajosamente o “Brasil Nunca Mais” onde se denunciavam as torturas, usando exclusivamente fontes militares, o que acelerou a queda do regime autoritário.
Esta história de vida, me avaliza para fazer as críticas que ora faço ao atual enfrentamento entre o Presidente Lula e a midia comercial que reclama ser tolhida em sua liberdade. O que está ocorrendo já não é um enfrentamento de idéias e de interpretações e o uso legítimo da liberdade da imprensa. Está havendo um abuso da liberdade de imprensa que, na previsão de uma derrota eleitoral, decidiu mover uma guerra acirrada contra o Presidente Lula e a candidata Dilma Rousseff. Nessa guerra vale tudo: o factóide, a ocultação de fatos, a distorção e a mentira direta.
Precisamos dar o nome a esta mídia comercial. São famílias que, quando vêem seus interesses comerciais e ideológicos contrariados, se comportam como “famiglia” mafiosa. São donos privados que pretendem falar para todo Brasil e manter sob tutela a assim chamada opinião pública. São os donos do Estado de São Paulo, da Folha de São Paulo, de O Globo, da revista Veja na qual se instalou a razão cínica e o que há de mais falso e chulo da imprensa brasileira. Estes estão a serviço de um bloco histórico, assentado sobre o capital que sempre explorou o povo e que não aceita um Presidente que vem deste povo. Mais que informar e fornecer material para a discussão pública, pois essa é a missão da imprensa, esta mídia empresarial se comporta como um feroz partido de oposição.
Na sua fúria, quais desesperados e inapelavelmente derrotados, seus donos, editorialistas e analistas não têm o mínimo respeito devido à mais alta autoridade do pais, ao Presidente Lula. Nele vêem apenas um peão a ser tratado com o chicote da palavra que humilha.
Mas há um fato que eles não conseguem digerir em seu estômago elitista. Custa-lhes aceitar que um operário, nordestino, sobrevivente da grande tribulação dos filhos da pobreza, chegasse a ser Presidente. Este lugar, a Presidência, assim pensam, cabe a eles, os ilustrados, os articulados com o mundo, embora não consigam se livrar do complexo de vira-latas, pois se sentem meramente menores e associados ao grande jogo mundial. Para eles, o lugar do peão é na fábrica produzindo.
Como o mostrou o grande historiador José Honório Rodrigues (Conciliação e Reforma) “a maioria dominante, conservadora ou liberal, foi sempre alienada, antiprogresssita, antinacional e nãocontemporânea. A liderança nunca se reconciliou com o povo. Nunca viu nele uma criatura de Deus, nunca o reconheceu, pois gostaria que ele fosse o que não é. Nunca viu suas virtudes nem admirou seus serviços ao país, chamou-o de tudo, Jeca Tatu, negou seus direitos, arrasou sua vida e logo que o viu crescer ela lhe negou, pouco a pouco, sua aprovação, conspirou para colocá-lo de novo na periferia, no lugar que contiua achando que lhe pertence (p.16)”.
Pois esse é o sentido da guerra que movem contra Lula. É uma guerra contra os pobres que estão se libertando. Eles não temem o pobre submisso. Eles tem pavor do pobre que pensa, que fala, que progride e que faz uma trajetória ascendente como Lula. Trata-se, como se depreende, de uma questão de classe. Os de baixo devem ficar em baixo. Ocorre que alguém de baixo chegou lá em cima. Tornou-se o Presidene de todos os brasileiros. Isso para eles é simplesmente intolerável.
Os donos e seus aliados ideológicos perderam o pulso da história. Não se deram conta de que o Brasil mudou. Surgiram redes de movimentos sociais organizados de onde vem Lula e tantas outras lideranças. Não há mais lugar para coroneis e de “fazedores de cabeça” do povo. Quando Lula afirmou que “a opinião pública somos nós”, frase tão distorcida por essa midia raivosa, quis enfatizar que o povo organizado e consciente arrebatou a pretensão da midia comercial de ser a formadora e a porta-voz exclusiva da opinião pública. Ela tem que renunciar à ditadura da palabra escrita, falada e televisionada e disputar com outras fontes de informação e de opinião.
O povo cansado de ser governado pelas classes dominantes resolveu votar em si mesmo. Votou em Lula como o seu representante. Uma vez no Governo, operou uma revolução conceptual, inaceitável para elas. O Estado não se fez inimigo do povo, mas o indutor de mudanças profundas que beneficiaram mais de 30 milhões de brasileiros. De miseráveis se fizeram pobres laboriosos, de pobres laboriosos se fizeram classe média baixa e de classe média baixa de fizeram classe média. Começaram a comer, a ter luz em casa, a poder mandar seus filhos para a escola, a ganhar mais salário, em fim, a melhorar de vida.
Outro conceito inovador foi o desenvolvimento com inclusão soicial e distribuição de renda. Antes havia apenas desenvolvimento/crescimento que beneficiava aos já beneficiados à custa das massas destituidas e com salários de fome. Agora ocorreu visível mobilização de classes, gerando satisfação das grandes maiorias e a esperança que tudo ainda pode ficar melhor. Concedemos que no Governo atual há um déficit de consciência e de práticas ecológicas. Mas importa reconhecer que Lula foi fiel à sua promessa de fazer amplas políticas públicas na direção dos mais marginalizados.
O que a grande maioria almeja é manter a continuidade deste processo de melhora e de mudança. Ora, esta continuidade é perigosa para a mídia comercial que assiste, assustada, o fortalecimento da soberania popular que se torna crítica, não mais manipulável e com vontade de ser ator dessa nova história democrática do Brasil. Vai ser uma democracia cada vez mais participativa e não apenas delegatícia. Esta abria amplo espaço à corrupção das elites e dava preponderância aos interesses das classes opulentas e ao seu braço ideológico que é a mídia comercial. A democracia participativa escuta os movimentos sociais, faz do Movimento dos Sem Terra (MST), odiado especialmente pela VEJA faz questão de não ver, protagonista de mudanças sociais não somente com referência à terra mas também ao modelo econômico e às formas cooperativas de produção.
O que está em jogo neste enfrentamento entre a midia comercial e Lula/Dilma é a questão: que Brasil queremos? Aquele injusto, neocoloncial, neoglobalizado e no fundo, retrógrado e velhista ou o Brasil novo com sujeitos históricos novos, antes sempre mantidos à margem e agora despontando com energias novas para construir um Brasil que ainda nunca tínhamos visto antes.
Esse Brasil é combatido na pessoa do Presidente Lula e da candidata Dilma. Mas estes representam o que deve ser. E o que deve ser tem força. Irão triunfar a despeito das má vontade deste setor endurecido da midia comercial e empresarial. A vitória de Dilma dará solidez a este caminho novo ansiado e construido com suor e sangue por tantas gerações de brasileiros.
(*) Teólogo, filósofo, escritor e representante da Iniciativa Internacional da Carta da Terra.
Brizola:
Ué, pedi alguma coisa de mais? Habituei-me a ver os problemas cariocas e paulistas tratados sob sua iluminada ótica.
Sei que está envolvido na campanha, mas poderia ter avisado que os problemas de rotina não serão tratados nesse momento. Isso evitaria que eu o incomodasse e me pouparia do constrangimento.
Desculpe e esqueça, OK?
Deputado:
Como ultimamente não obtenho resposta a minhas perguntas, deixo aqui a sugestão para que fale alguma coisa sobre o incêndio no camelódromo carioca.
Segundo ouvi, já está tudo pronto para a demolição e construção imediata (do quê, não peguei).
Esse cheiro de queimado tá parecendo o mesmo das favelas paulistanas – que por sinal, hoje incendiou mais uma.
Ô Geysa, tem piedade de um carregador de piano, vai…
Fonte JORNAL DIARIO DA REGIAO DE SA JOSE DO RIO PRETO-SP
Inchaço
São José do Rio Preto, 16 de Abril, 2010 – 8:32
Prefeitura de Guapiaçu cria 83 novos cargos
Ivanete criou cargos de livre nomeação na Prefeitura de Guapiaçu
A prefeita Maria Ivanete Vetorasso (PSDB) “inchou” a estrutura administrativa da Prefeitura de Guapiaçu, com a criação 83 cargos. A proposta, que já foi aprovada pela Câmara de Vereadores e sancionada pela chefe do Executivo, abriu cinco novos cargos comissionados e 78 efetivos. Os salários dos novos cargos variam de R$ 560, que é o valor pago para um servente, a R$ 3,5 mil, que corresponde ao vencimento do diretor médico psiquiatra.
Foram criados dois cargos comissionados de secretário executivo, um de diretor de planejamento, um de assistente de meio ambiente, além do cargo de diretor médico psiquiatra. Esses cargos são de livre nomeação e exoneração da prefeita Maria Ivanete. Já as vagas efetivas, entre elas, 20 para o cargo de servente, 10 de monitores de alunos, 10 de auxiliar de enfermagem e 10 de enfermeiro, serão preenchidas com os candidatos remanescentes do concurso público realizado no ano passado e que está sendo investigado pelo Ministério Público por suspeita de fraude.
Ainda na categoria de cargos efetivos a prefeita abriu nove vagas de inspetor de aluno, oito de escriturário, duas de secretário de escola, uma de secretário, uma técnico em informática, uma de terapeuta ocupacional, uma de nutricionista, três vagas de encarregado de obras, uma de arquiteto e uma de assistente social. No mesmo a prefeita criou ainda “gratificação”, que prevê o pagamento de R$ 263 por mês para a atuação de servidores nas funções de digitador, tesoureiro e escriturário substituto e encarregado do ICMS.
A prefeita disse que a investigação do MP, que apura direcionamento de aprovações no concurso não impediu a convocação dos aprovados. “Tínhamos um Termo de Ajustamento de Conduta com o próprio Ministério Público para a realização do concurso”, disse Ivanete. Ele disse que o impacto financeiro provocado pela criação das novas vagas estava previsto no orçamento da prefeitura. Ela não informou o valor desse impacto.
sEGUNDO INFORMAÇOES DO SITE DA CAMARA A LEI SERÁ VOTADA AINDA EM 20-04-2010.
S
Brizola e Deputado Brizola Neto,bom domingo frutífera semana. Olha coSrs.editoria,leitores ,simpatizantes dompanheiros a frase
2
Srs. Vejamos o que se pode acrescentar nessa demanda roxa do “combata,vc também a corrupção na política e não deixe só para o Judiciário a tarefa “.Concordo, mas nisso é necessário regulamentar a função e composição dos partidos políticos.É necessário colocar restrições ao poder economico e a nata da elite bancária,latifundiária,industrial e outros grupos de mandarem em partidos e gerarem partidos somente para demandar os seus excusos intereses contra o trabalhador e contra o país. Exemplo: se tivermos uma restrição ao estatuto do partido enquadrando no limite razoavel do imposto de renda de até R$ 10 mil para ser presidente de partido ou membro da Diretoria e bem como afiliado,livrariamos os partidos da aristocracia,da burguesia e do sufocante arrocho judiciário-militar sobre os pequenos partidos. Outra coisa é meter em discussão na futura CamFedum projeto-de-Lei que restringe a presidencia de quaisquers partidos politicos o cidadão ou ela,a cidadã,que já esteja presidente ou na diretoria de outra denominação .Assim limparíamos a base partidária do “dono rico ou milionário ” da legenda .Abriríamos os partidos para a classe média e os trabalhadores e aposentados que são a essencia da base eleitoral no país. JF-Contagem-mg.
Caro Brizola Neto, desculpe, mas não achei o canal certo para falar com vc, por isso estou escrevendo aqui.
Inicialmente digo que, a convite de um amigo, comecei a visitar seu Blog e desde então passei a admirá-lo.
Atualmente moro em São Paulo capital, mas sou nascido e tive quase toda minha vida em Guararema, SP, onde temos há mais de 25 anos uma mesma administração, que usa e abusa da administração pública, usando sempre os “seus” vereadores atuando para uma Câmara como um órgão de protocolo do executivo, transformando assim a pequena Guararema (25.000 habitantes) numa espécie de monarquia, onde o conselho (Câmara Municipal) não cumpre seu papel.
Fui conselheiro do município de 2001 a 2004 onde juntamente com mais um vereador fizemos oposição a esse governo, conseguindo fazer com que parte da população soubesse o que é o trabalho de um Vereador e o que era feito com o Orçamento Municipal. Porém, ontem eu estava em Guararema e fui a uma sessão da Câmara, onde por 8 votos a 1 foi aprovado um projeto que transformou todo o município em área de expansão urbana, suscetível assim à cobrança do IPTU, entre outras coisas. O projeto chegou à Câmara na quarta e foi votado na sexta. Não preciso dizer que fiquei muito triste com a condução dos vereadores (“protocoladores”) à respeito desta matéria super complexa.
Na sessão haviam alguns cidadãos revoltados que xingavam a todo o tempo os vereadores favoráveis ao projeto, o que eu entendo porém discordo desse caminho, motivo principal pelo qual te escrevo. Falando com o único Vereador que se pronunciou contra e com alguns cidadãos lá presentes propus que nos mobilizássemos de uma forma mais organizada, para informar a população do que estava acontecendo na cidade. Um caminho seria a criação de um Blog para isso. Pergunto-lhe algumas dicas para fazer isso, comecei a moldar alguma coisa num blog do UOL, mas mas gostaria de montar um mais elaborado e com mais atribuições. Você pode me ajudar nisso?
Muito obrigado, pelo menos por ter lido esta mensagem.
carlito! há quanto tempo! quem te escreve aqui é carlos, amigo e compadre do fábio paim. acabo de achar você no twitter e quis passar aqui no tijolaço para lhe mandar um grande abraço.
Haja vista o panorama e novos rumos que se anunciam em nosso Brasil, com o término da crise mundial, retomada do crescimento, o petróleo verde, o novo e destacado papel do País no contexto mundial com inegavel liderança, vejo a necessidade de REPOSICIONAMENTOS e especialmente revisão de paradigmas e planos.
Considerando que daqui a pouco teremos nova campanha eleitoral, com os inevitáveis contatos espúreos, parcerias inimagináveis e oportunismos regionais, creio ser extremamante oportuno a realização de evento a nível nacional para um balanço e clarificação de atitudes e posicionamento coeso.
É preciso que se tenha em mente, senhores PDTistas, que é chegada a hora de assumirmos o papel de liderança que nos foi usurpado historicamente, havendo a necessidade histórica e inadiavel de resgate da ideologia Brizolista, e de seus planos para o País.
Poucos políticos têm tido a (pre) visão necessária para avaliar o novo momento.
Esta história de recrudescimento da violência e abissal distância entre pobres e ricos é fruto do descaso com a cidadania, ignorância contumaz dos direitos do cidadão.
A Constituição Cidadã, em que pesem os avanços, infelizmente continua “travada” necessitando revisão.
Nosso partido, quero crer, é o único capaz de trabalhar no resgate da ética, da cidadania e da dignidade, solenemente olvidadas pelas oligarquias que insistem em dar as costas aos avanços sociais. Fiquemos, pois, atentos !
Estou necessitando falar com osr Dep.Fed.Brizola Neto.
Gostaria que me informasse o seu blog ,pois meu assunto é
particular de uma sra da 3ª idade,que esta com um processo
parado na com. de anistia politica,pois fui exonerada do
meu emprego federal pelo ex-Pres.C.Branco,estou em
situação financeira dificel,e gostaria do auxilio do eminente
Deputado. Por favor me deem resposta pois ja cansei de
ligar p/a com. de anistia.
c